“A cidade não aceita mais porto fechado”, diz prefeito ao coordenador da Ahimoc

A Administração das Hidrovias da Amazônia Ocidental (Ahimoc), subordinada ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), estima um mês para a solução do problema nos olhais de amarração entre os módulos flutuantes do porto de Parintins. O prazo inquietou o prefeito de Parintins, em exercício, Tony Medeiros, em reunião com o coordenador geral da Ahimoc, Luciano Moreira de Souza Filho, na segunda-feira, 18.

A interdição da operação de embarque e desembarque no porto é uma medida de segurança naval tomada pela Agência Fluvial de Parintins, da Marinha do Brasil. Preocupado com os transtornos, principalmente para a economia do município, Tony Medeiros foi taxativo em declarar ao coordenador geral da Ahimoc que trata-se de um problema previsível e a população não pode ser penalizada por um mês, com o porto fechado, em razão dos reparos nos olhais.

O prefeito em exercício ficou preocupado com a previsão de demora da interdição, em plena temporada de cruzeiros internacionais, na qual Parintins deve receber um navio com cerca de três turistas, no início do mês de dezembro. Acompanhado pelo vice-presidente da Câmara Municipal de Parintins, Tião Teixeira, e vereador Bertoldo Pontes, Tony Medeiros cobrou celeridade dos reparos, com o menor tempo possível, para o porto voltar operar.

O coordenador geral da Ahimoc comunicou que será resolvido, de forma definitiva, o problema nos olhais rompidos entre os módulos flutuantes, porém a questão mais agravante é o muro em frente ao prédio, por causa dos riscos de desabamento. Luciano Moreira de Souza Filho informou que dois engenheiros do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), de Brasília, avaliam a estrutura naval e administrativa do porto de Parintins.

 

você pode gostar também