Acusados de roubar R$ 150 mil do Banco da Amazônia são soltos e cumprem medidas cautelares

Nove meses após serem presos em flagrante delito, acusados de levar aproximadamente R$ R$ 150 mil da Agência do Banco da Amazônia, na Rua Faria Neto, centro de Parintins, na madrugada do dia 14 de abril de 2019, quatro indiciados estão de volta ao convívio da sociedade. Os indiciados pelos crimes de furto qualificado e organização criminosa saíram da Unidade Prisional de Parintins, no dia 05 de fevereiro.

De Manaus, Hudson Saldanha Lima, Emerson de Oliveira Soares, Rafael Fernandes Pinheiro, e de Cascavel, Paraná, Ivolney dos Santos, tiveram a prisão preventiva revogadas para responder ao processo penal em liberdade. Os alvarás de soltura são assinados pela juíza de direito titular da 2ª Vara da Comarca de Parintins, Mychelle Martins Auatt Freitas. Antes da liberação, os envolvidos passaram por audiência de instrução e julgamento no Fórum de Justiça de Parintins.

Governo do Amazonas 2

Os quatro réus, além de Marcos André da Silva Lima, natural de Parintins, também suspeito de integrar o grupo, deram entrada na Unidade Prisional de Parintins, no dia 16 de abril de 2019. Porém, a juíza da 2ª Vara da Comarca de Parintins já havia concedido liberdade provisória cumulada, com cautelares diversas da prisão, para Marcos André Lima responder o processo penal, no dia 21 de abril de 2019.

Entre as medidas cautelares determinadas pela magistrada, destacam-se: Comparecimento ao Cartório do Juízo, em data marcada, para comprovar atividades; Proibição de se Ausentar da Comarca de Parintins, sem prévia autorização; Recolhimento Domiciliar das 22h às 6h, nos períodos de folgas, finais de semana e feriados. As regras devem ser cumpridas até o final da instrução criminal do processo, sob a iminência da reversão dos alvarás.

Dois policiais militares, o Major Bruno Dayvison Lima de Sales, apontado como líder da ação ao banco, e o Tenente João Rosário de Almeida e Silva Júnior, foram presos em operação conjunta da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), no dia 15 de abril de 2019. A Corregedoria Geral da Polícia Militar do Amazonas, via Conselho de Justificação, vai julgar a permanência de ambos na corporação, de acordo com a investigação de participação no crime.

Hudson Saldanha Lima, Emerson de Oliveira Soares, Rafael Fernandes Pinheiro e Ivolney dos Santos tinham previsão de ficarem três meses na prisão, por se tratar de furto, mas permaneceram muito mais tempo encarcerados. Sete pessoas são suspeitas dos crimes de furto qualificado e organização criminosa, em razão de ação cometida na Agência do Banco da Amazônia, por volta das 3h30, na madrugada do dia 14 de abril de 2019.

você pode gostar também