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Bancário satiriza politicagem

Usar a fachada traseira de sua Pick-up, uma S-10, é a forma encontrada pelo bancário Renato Carvalho, da agencia local do Banco do Brasil para expor seus pontos de vista sobre a conjuntura política nacional, estadual e local. “As minhas verdades eu publico assim.

Para as pessoas que querem ver. Expresso sempre o momento da política brasileira, porque não concordo com o sistema político que funciona no Brasil. Também não concordo com a forma de escolher nossos mandatários, porque temos uma falsa democracia.

A democracia pregada no Brasil é uma democracia pela metade. Enquanto você diz que o voto é livre, no entanto você não vota em quem você tem vontade, você detecta um cidadão de bem, um cidadão competente e você não pode votar nele por que você tem que escolher o cara que o partido diz ou da coligação”, explica Carvalho.

Ele aproveita para externar seu pensamento s obre a política de Parintins. “Aqui se brinca de ser vereador, se brinca de ser prefeito. O político deita e rola com o sofrimento da população, com o sofrimento do contribuinte. Parintins

precisa de uma sátira assim ‘Cadê os vereadores? Onde ele está? Cadê o representante que eu escolhi? Porque ele não Aparece?”, questiona. No painel traseiro do carro Renato muda as sátiras de acordo com o momento.

“Cada fato novo no meio político, traduzo numa sátira. Me lembro de uma das sátiras que chamou muito atenção da comunidade foi do ‘Alibabá e os 40 ladrões’”. Nos últimos dias ele faz alusão ao poder da Justiça. “Não havendo justiça, o que são os governos senão um bando e ladrões”. Para ele, “é assim que acontece.

Hoje na realidade brasileira, se política se desligar da Justiça é uma bandidagem só. Por que a Justiça tem que aparecer mais? Porque que a justiça não apareceu antes, em outros momentos? O eleitor tem que acordar…”

“Para se eleger um Prefeito hoje o cidadão gasta o equivalente a cerca de 20 anos de salários de Prefeito e isso não tem explicação. Só o eleitor que troca o seu voto por qualquer coisa não acredita, não vê como funciona.

Então você tem que votar no ‘Alibabá’, porque você tem a certeza que eles serão apenas 41. Tem muita gente roubando nesse país. Hoje, nesse País, nós trabalhamos para pagar impostos e esses impostos, vão pra onde?”, finaliza.

Por Kedson Silva

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