Banco da Amazônia financia e melhora a qualidade de vida do homem do campo no Amazonas

Filhos de avicultores e responsáveis pela granja São José, localizada no Km 62 do município de Manacapuru (AM), os irmãos Ana Paula, José Rodrigues e Paulo Cesar deram continuidade ao sonho dos pais, José Monteiro e Lucimar Rodrigues, casal que há mais de dez anos fez do empreendimento um negócio de sucesso, que ao longo do tempo só vem apresentando bons resultados no mercado.

Com o passar dos anos e após os irmãos tomarem para si a administração da granja, o negócio exigiu da família estratégias diferenciadas para que a criação de aves seguisse dando certo. E foram as novas demandas que, em 2005, fizeram os irmãos lançarem mão do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), uma das principais ações do Governo Federal para a geração de emprego e renda, fixação do homem no campo e melhoria da qualidade de vida de quem vive longe das grandes cidades.

“Nós tínhamos uma necessidade de ampliar nossa produção, porque o mercado nos exigiu isso, no entanto, nossos recursos não eram suficientes para fazer esses ajustes no tempo certo. Foi ai que soubemos dos financiamentos que o Banco da Amazônia oferecia e que nos davam as condições necessárias para agregar valor ao nosso produto”, relata Ana Paula.

Os recursos possibilitaram a família construir uma fábrica para produção de ração e ampliar dois novos galpões para a criação das aves. Hoje, a granja São José possui mais de vinte mil aves e produz cerca de quinze mil ovos por dia. “Sem dúvida, o financiamento do Pronaf nos ajudou bastante, garantindo que o negócio permanecesse em um ritmo bem melhor do que antes”, conclui a produtora.

Financiando projetos como o da granja São José, e também projetos individuais, o Pronaf passou a ser a principal política pública de apoio ao desenvolvimento rural, por meio do fortalecimento da agricultura familiar. Na região, quem se destaca é o Banco da Amazônia, instituição de fomento do programa, quem pode ser acessado em todas as suas agências.

Para se ter ideia da importância dessa Instituição financeira, em 2015, via Pronaf, o banco aplicou na Amazônia Legal aproximadamente R$ 669 milhões, sendo que foram destinados ao Amazonas R$ 41,8 milhões. Em todos os Estados foram 26 mil beneficiários, sendo 16 mil homens e seis mil mulheres, que acessaram, dentre outras linhas de financiamento, o Pronaf Mulher, exclusivo para agricultoras familiares, o Pronaf Jovem, para maiores de 16 e com até 29 anos, e o Pronaf Eco, para quem quer implantar, utilizar ou recuperar tecnologias de energia renovável.

Atendendo agricultores familiares e assentados da reforma agrária, o Pronaf também se diferencia das demais ações governamentais pela agilidade com que é possível ser acessado e pelo efeito de inclusão social do programa, além de contar com as mais baixas taxas de juros dos financiamentos rurais.

“O beneficiário tem o crédito de forma ágil e sem custos adicionais. Há encargos e condições adequadas à cada faixa de renda familiar. Tudo isto atrai o produtor, que faz questão de ficar adimplente para seguir utilizando as linhas de financiamento que o programa oferece”, relata Cristina Ferreira Alves Lopes, gerente de Microfinanças e Agricultura Familiar do Banco da Amazônia.

Ela ressalta, ainda, que o incremento das atividades agrícolas contribui para a permanência do homem no campo com dignidade. “O melhor uso da terra e da propriedade melhora a produtividade e aumenta a renda, gerando, assim, melhor condição de vida para que o produtor e sua família permaneçam em sua terra”, explica a executiva.

Além do crédito e a possibilidade de melhorar sua estrutura de produção, o pronafiano tem também acesso a tecnologias, assistência técnica e incentivo ao beneficiamento e à comercialização de seus produtos através de cooperativas. Esses benefícios fazem a renda bruta familiar aumentar ainda mais, levando o produtor, progressivamente, a acessar linhas de financiamentos maiores.

“Os resultados positivos também vão além da porteira, porque com o Pronaf o pequeno produtor ajuda indiretamente os outros brasileiros, pois garante a oferta, no mercado, de produtos como arroz, feijão, mandioca, milho e outros alimentos da cesta básica”, infere Cristina Ferreira.

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