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Bi Garcia acusa Defensores Públicos de “politicagem” e entidade representativa repudia acusação

prefeito busca investimento na saúde e segurança

Em respostas às acusações da Defensoria Pública (Baixo Amazonas) de falta de transparência nas ações da Prefeitura de Parintins, o prefeito Bi Garcia classificou o fato como “politicagem”. A resposta aconteceu nesta segunda-feira, 25, e repercutiu nas redes sociais. O executivo convocou a imprensa para dar esclarecimentos sobre o caso e, em seguida, a entidade que representa a classe repudiou a atitude do executivo municipal.

A Defensoria Pública do Estado do Amazons, em Parintins, afirmou que o executivo municipal não estaria sendo transparente nas ações de combate ao novo coronavírus. Mas, segundo Bi Garcia, “não falta transparência”. Ele afirmou que tanto o Ministério Público quanto a Defensoria Pública têm informações constantes sobre as ações da Prefeitura.

Garcia classificou como “politicagem” a atitude dos defensores públicos que atuam em Parintins (Gabriela Gonçalves e Luis Gustavo Nascimento). Ele destacou que todo seu trabalho está voltado a combater o vírus e salvar o máximo de vidas possível, sem procurar “holofotes”. “Em nenhum momento está se usando as ações contra o coronavírus para se fazer politicagem”, garantiu.

Durante a entrevista, Bi Garcia afirmou que vai tomar providências judiciais sobre o caso. “Nós vamos representar na Corregedoria da Defensoria Pública para apurar responsabilidade e o comportamento leviano dos defensores que fizeram prejulgamento. E assim posso afirmar, estavam atrás de holofote para fazer politicagem. Nosso governo não está atrás de holofote para fazer politicagem”, concluiu.

A Associação das Defensoras e Defensores Públicos do Estado do Amazonas (ADEPAM) publicou nota de repúdio sobre as declarações do prefeito de Parintins. Segundo a entidade, “os defensores públicos gozam de independência funcional em sua atuação institucional. Tal garantia visa a justamente permitir que os membros da Defensoria Pública possam atuar de forma isenta e livres de pressões externas de quaisquer outros órgãos e agentes públicos… Em razão disso, a ADEPAM reprova qualquer ato que objetive constranger de alguma forma qualquer membro da DPEAM no exercício de suas funções institucionais”, disse a nota.

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