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Caprichoso emociona com a encantaria do imaginário caboclo.

Foto: Alexandre Vieira

Parintins – Amazônia, morada de contos, reino das encantarias e panteão de deuses. É nesse contexto que o Boi Caprichoso chega à arena para a segunda noite de apresentação. Uma noite marcada pelo encontro de povos, de fé, da criação da crença e do terreiro.  O apresentador Edmundo Oran  veio da galera

O mito em sua construção que ganhou cores e o brilho da cultura brasileira veio representando na Lenda Amazônica e Exaltação Folclórica “Dom Sebastião, o Touro Negro e sua estrela de ouro”. A lenda diz que o rei desaparecido costuma surgir em noite de lua cheia na praia dos lençóis, no arquipélago de Maiaú, na parte amazônica do estado do Maranhão. Alegoria do artista Juscelino Ribeiro. Na alegoria a Rainha do Folclore Brenna Dianná que veio novamente no guindaste.

Rainha do Folclore Brena Dianná (Foto: Alexandre Vieira)

Com a toada “Amazônia nas cores do Brasil” do compositor Adriano Aguiar, o Caprichoso concorreu ao item Toada, Letra e música.

Na Exaltação folclórica surgiu a Sinhazinha da Fazenda, Valentina Cid.

Foto: Glenda Dinely

Em um guindaste, o Caprichoso chegou à arena, evoluindo com a vaqueirada.

A celebração tribal da noite foi denominada Mística Xinguana.

Foto: Pedro Coelho

O Vaqueiro da várzea, foi transformado em Figura típica regional. A surpresa foi a presença de uma criança cantando a toada “Proeiro Pescador” de Ronaldo Barbosa. Da alegoria surgiu a Porta-estandarte Marcela Marialva.

No módulo alegórico Curupira está à mitologia amazônica. Ele chega acompanhado por uma legião de entes e fabulosas criaturas da fauna amazônica. Obra do artista Algles Ferreira. Um universo mítico trouxe a cunha-poranga Marcielle Albuquerque.

Marciele Albuquerque, cunhã-poranga. Foto: Pedro Coelho

Com o ritual Kupe-Dyep, o Caprichoso encerrou a apresentação. Alegoria do artista Kenedy Prata, que retratou a história dos índios apinajé que falam de um mundo subterrâneo, habitados por homens morcegos e se passa na serra do Roncador, no Estado de Mato Grosso. O Pajé Netto Simões, evoluiu com a toada Nirvana Xamânico.

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