Caprichoso paga Paikicés após translado de alegorias para o Galpão

Os módulos alegóricos do Boi Caprichoso estão todos no galpão das artes Mestre Jair Mendes e os 200 Paikicés que atuaram no translado das alegorias estão todos pagos. A remuneração desses trabalhadores foi feita na manhã desta quarta-feira (29/06) no próprio galpão pelo presidente campeão do maior festival de todos os tempos, Jender Lobato.

Foi exatamente uma semana de trabalho intenso com reuniões, planejamento, entrega dos equipamentos de proteção individual (EPI), translado das alegorias para a concentração, movimentação das alegorias durante as apresentações na arena e a devolução para os galpões. “O presidente Jender Lobato anunciou que seríamos pagos assim que o trabalho terminasse e ele cumpriu com o que se comprometeu com a gente. Eu fico muito feliz em saber que o Boi Caprichoso tem um dirigente que se preocupa com uma grandiosa apresentação, mas também tem cuidado e compromisso com as pessoas que contribuem com o boi”, comentou Givanildo Souza.

Quem também enalteceu a valorização, o respeito e o cuidado que o bumbá tem com o colaborador foi Fernando Souza e Souza. Para ele, o diferencial do Caprichoso está na forma de administrar e cuidar das pessoas que integram o grupo. “Eu tenho muita satisfação e orgulho de trabalhar no nosso boi, aqui existe respeito, valorização e o pagamento acontece no dia marcado. Agora vou pagar algumas dívidas e gastar um pouquinho tambem”, comemorou.

Há 17 anos Silvio Nogueira atua como condutor de alegoria pelo boi Caprichoso. Ele afirma que pela primeira vez todas as alegorias já estavam nos galpões menos de 24 horas após o resultado final do Festival. ”A felicidade nos motiva. É muito bom ser campeão e estar com o dinheiro no bolso”, relata. O trabalho dos Paikices foi coordenado por Jofre Lima.

O presidente do Boi Caprichoso, Jender Lobato, lembra que desde quando assumiu o boi negro de Parintins seu planejamento sempre foi trabalhar para o título, cuidando, valorizando e cumprindo com as obrigações em prol ao trabalhador azulado. ”Vivemos dois anos sem esse festival e sempre solicitei para a nossa diretoria que pudéssemos juntos manter o nosso compromisso com o trabalhador, pois cada um deles é responsável pelo importante resultado do nosso festival. Cada um é o elo de uma corrente azulada que nos tornou campeões do maior festival de todos os tempos ”, concluiu.

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