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Coletivo de artes Mona promove oficina de tecido circense em Manaus

(IN)visibilidade foi um dos primeiros projetos do grupo. Foto: Reprodução/Facebook-Coletivo Mona

A arte tem ganhado força em Manaus com iniciativas das mais diversas, entre elas, os ‘coletivos’. Para dar mais gás às produções artísticas da região, foi fundado em junho o Coletivo Mona, com intuito de criar um espaço alternativo “onde se acredita na democracia, igualdade, e individualidade dentro de um processo criativo”, de acordo com uma das criadoras, Tainá Lima.

“Mona é um nome de origem indígena que significa única e, por isso, achamos que essa era a forma de representatividade da ideologia do grupo, que visa sempre respeitar a individualidade de cada artista, acreditando que essas unidades compõe um todo, tendo perspectiva sempre do trabalho do coletivo”, explicou Tainá, que está acompanhada de Beatriz Mascarenhas, Larissa Rufino, Leonardo Scantbelruy, Franklen Roosiwelt, Ibsen Neruda e Rafael Barros no projeto.

O coletivo surgiu de um intercâmbio artístico entre Manaus e Porto Velho, em Rondônia, e visa conectar e apoiar artistas de várias cidades. “A conexão inicial será entre Manaus e Porto Velho, com o Núcleo Atores Ativos de Rondônia e partir dessa conexão a ideia é difundir com outros artistas de outras cidades”, explicou.

Ao Portal Amazônia, Tainá contou que o coletivo começou as atividades com vontade de mostrar a que veio. “Fizemos uma ação, que foi um circuito da performance (IN)visibilidade, com o artista de Porto Velho, Rafael Barros e também produzimos a apresentação de (TRANS)formação, do mesmo artista. Temos uma agenda de processos, que será executada entre esse ano e começo de ano que vem”, contou.

Oficinas

Um dos projetos confirmados pelo Coletivo Mona é uma oficina com Jean Winder, artista da Escola Nacional de Circo. A oficina é de tecido circense e acontece nos dias 5, 6 e 7 de agosto no Centro de Convivência da Família Magdalena Arce Daou.

As inscrições serão abertas dia 28 de julho e podem ser realizadas através da página do Facebook do Coletivo Mona. Serão disponibilizadas 30 vagas e a inscrição é na forma de contribuição livre. “Só paga se puder e quanto puder”, informou.

Atualmente, estão em produção as obras ‘Selvas’ e ‘O que acontece quando se nasce’, mas o grupo também faz apoio ao projeto ‘Recolon’, contemplado por um edital da Funarte. “O objetivo do coletivo é sempre estar aberto a estabelecer conexões com artistas de diversos lugares do país e de diferentes linguagens”, afirmou Tainá.

Do Portal Amazônia

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