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Covid-19 causa destruição na família Almada da Silva levando 7 a óbito

Gilson Almeida | 24 Horas
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A Covid-19 vem causando destruição em milhares de famílias. Em Parintins, o vírus se alastrou na família Almada da Silva em que contaminou um por um e levou sete pessoas a óbito.

De acordo com a Rebeca Paulain Almada, de 24 anos, os integrantes da família não faziam aglomeração, reuniões de família, só saíam de casa para irem ao trabalho e nesse simples ato seu tio Zomar Reis foi infectado pela Covid-19.

Ela conta ainda que bastou seu tio contrair a doença para os demais familiares se contaminarem. O vírus ceifou a vida de sete pessoas da família sendo da Tereza Cristina dia 22 de junho de 2020; Heloisa Almada dia 08/01; Heider Augusto dia 14/01; Eduardo Gomes dia 17/01; Zomar Reis dia 20/02; a matriarca Jandira Almada dia 21/02 e Eduardo Jorge dia 02/03. Três mortes ocorreram em Manaus e 4 ocorreram em Parintins.

“A gente nunca imaginou que o vírus entraria para dentro de casa e iria causar a destruição que ele causou porque quando tudo isso acabar, todo mundo se recuperar, ainda assim vamos ter que encontrar forças para recomeçar”, disse Rebeca.

Rebeca Almada também contraiu a doença, fez o tratamento em casa e já está recuperada. Sua mãe Marinyldes Paulain Reis contraiu a doença e teve que ser transferida para um hospital em Manaus após seu quadro agravar. Felizmente dia 22 de fevereiro ela teve alta médica e segue a recuperação em casa. Já o pai de Rebeca, o Gilberto Mestrinho Almada da Silva se encontra intubado no Hospital Delphina Aziz, referência no tratamento da Covid-19 na capital amazonense. Além disso Rebeca está com três tios fazendo o tratamento em casa.

A jovem alerta outras pessoas sobre os cuidados que devem ser tomados para evitar que o vírus entre na casa.

“A gente pede que as pessoas evitem aglomeração, evitem sair de casa, que só saiam de casa para fazer o essencial porque no momento que esse vírus entra na sua casa pode até ser fácil a entrada dele, mas quando sai ele deixa um cenário de destruição. Foi exatamente o que aconteceu com a nossa família. Infelizmente um a um se contaminou e o final foi muito triste. A gente não pôde se despedir, não pôde fazer um enterro digno porque tudo é muito rápido o que acontece e a sensação é que nunca vamos conseguir superar”, desabafou.

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