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A Cultura Indígena foi o enredo cantado pelo Rubro Negro

Comissão de frente retratou um grande ritual indígena. (Foto: Naldo Silva)

Cayo Dias | 24 Horas

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O samba enredo do bloco foi cantado pela multidão levada, na sua maioria, torcedores do Flamengo

O bloco em homenagem ao clube Flamengo do Rio de Janeiro, Rubro Negro, levou pra avenida a “Cultura Indígena” para buscar o título que não vem desde 2012. O enredo buscou mostrar a produção material e imaterial de inúmeros e distintos povos em todo o mundo, e explicando que não há uma única cultura indígena, mas várias, e cada povo desenvolveu suas próprias tradições religiosas, musicais, de festas, artesanatos, dentre outras.

O samba enredo do bloco foi cantado pela multidão levada, na sua maioria, torcedores do Flamengo, que cantavam “Lua no céu, lua no céu, encanto no ar, na arena sagrada o ritual vai começas”.

Foto: Naldo Silva

A comissão de frente retratou um grande ritual indígena, que impressionava os olhos de quem assistia. O carro alegórico veio em sintonia com o enredo, traços indígenas preparados pelos artistas parintinenses. O destaque principal do carro era o pajé do Boi-Bumbá Garantido, André Nascimento, que liderava o ritual da cultura indígena.

Destaque principal do carro, o pajé do Boi-Bumbá Garantido, André Nascimento (Foto: Naldo Silva)
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