Defensoria Pública propõe acolhimento aos profissionais de saúde durante pandemia, em Parintins

Projeto foi apresentado pela defensora pública, Gabriela Gonçalves, ao Município de Parintins e ao empresariado da cidade, nesta sexta-feira.

A Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM) apresentou ao Município de Parintins e também ao empresariado da cidade o pioneiro projeto “Cuidando de Quem Cuida da Gente”, nesta sexta-feira (24). A meta é o acolhimento, com acomodação e alimentação, aos profissionais da saúde da linha de frente de combate à Covid-19, em Parintins.

A apresentação do projeto foi feita pela Defensora Pública, Gabriela Gonçalves, que ficou bastante satisfeita com a manifestação de disponibilidade e receptividade, por parte tanto dos representantes das empresas, como do poder público municipal, hoje. Para a implementação, será instalada uma comissão intersetorial e firmado o correspondente termo de colaboração entre todos os envolvidos.

O projeto é voltado aos profissionais de saúde hipossuficientes, no aspecto econômico, e que tenham contato com pessoas do grupo de risco dentro de casa. A iniciativa visa assegurar a defesa da vulnerabilidade dos integrantes da equipe de combate ao novo coronavírus, especialmente quem não têm condições de se isolar na moradia em comum com ente querido membro de algum grupo de risco.

O objetivo do projeto é diminuir a chance de contaminar os familiares, diante da pouca estrutura das moradias dos próprios profissionais da saúde (já que o contato com familiares não isolados acentua esse risco). Esse fatores, consequentemente, irão reduzir os estresses físicos e psicológicos de profissionais, imprescindíveis para o enfrentamento da pandemia.

“Toda a sociedade de Parintins precisa se fazer parceira e colaborar para a execução do projeto que, pautado na responsabilidade social e no senso de comunidade, fornecerá acolhimento em acomodação e alimentação, prestando dignidade, saúde e segurança, bem-estar e o mínimo de conforto psicológico aos profissionais da saúde que estão na linha de frente ao combate à Covid-19, na microrregião do Baixo Amazonas, pessoas que, para salvar vidas e diminuir o sofrimento do nosso povo, não podem ser levadas a colocar suas próprias famílias em risco”, argumenta Gabriela Gonçalves.

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