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Deputado federal Sabino Castelo Branco é transferido para São Paulo

O deputado federal Sabino Castelo Branco foi transferido, há pouco, do Hospital Samel para o Sírio Libanês, em São Paulo. O deputado sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) hemorrágico, na noite de segunda-feira (14) e passou por duas cirurgias, em Manaus, entre a madrugada e a tarde de ontem. O parlamentar decolou no jatinho fretado da empresa Rico Linhas Aéreas, de prefixo PR-PLM.

O deputado chegou ao Terminal 2 do Aeroporto Eduardo Gomes, o Eduardinho, às 8h40 e embarcou no avião às 8h55. O avião saiu de Manaus às 9h05.

Alguns familiares, funcionários e amigos do deputado acompanharam a saída dele desde o hospital até o aeroporto. Enquanto consolavam uns aos outros, entre abraços e choros, eles aparentavam estar apreensivos com a viagem e, abalados com o estado de saúde de Sabino.

O médico Cristiano Paiva, que saiu de Manaus para acompanhar a transferência, disse que a previsão de chegada do deputado na capital paulista é às 14h (hora de Brasília).

Equipe médica chegou à noite, em Manaus

Na noite de segunda-feira (14), três médicos do Hospital Sírio Libanês chegaram a Manaus para acompanhar o estado de saúde do parlamentar.

Os médicos que vieram de São Paulo foram Felix Pahl, José Erasmo Lúcio e Dayene Souza. O trio elogiou o trabalho feito pela equipe médica da Samel, nas duas intervenções cirúrgicas que foram feitas.

Na segunda-feira, acompanharam o deputado Sabino Castelo Branco os médicos Denis Raid, neurocirurgião responsável pelas duas cirurgias, Dirce Onetti, Daniel Fonseca e Fabiane Marques, os três intensivistas da Samel, além do uro-oncologista Cristiano Paiva.

Médico explica situação de Sabino

O neurocirurgião Felix Pahl, ainda na noite de segunda-feira, explicou sobre o que já havia sido feito e o que seria feito até a transferência do deputado.

“Precisamos de muito cuidado nos próximos passo que vão ser tomados. Ele tem uma condição, agora, de uma pressão arterial um pouquinho baixa, que nós estamos corrigindo com drogas, e o ponto mais importante era saber como está o fluxo sanguíneo cerebral. Isso foi feito agora, num dopler transcraniano, que mostrou o que o fluxo está presente; tem alterações, que a gente esperava que tivesse mesmo, por conta da catástrofe que houve com o cérebro dele, e a melhor coisa a se fazer é estabilizar a pressão arterial hoje à noite e amanhã cedo partir para São Paulo, mais estável. Como eu disse, tem muito chão pela frente. Muita coisa pode acontecer ainda. E cada dia, cada hora, cada momento é um coisa que a gente tem que atuar, ou não, para fazer essas coisas se equilibrarem”.

Do d24

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