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Eventos astronómicos e os sinais dos tempos

“1. Apareceu   em  seguida  um   grande   sinal  no  céu:  uma  Mulher  revestida do sol, a  lua  debaixo dos seus pés e  na cabeça uma  coroa  de  doze estrelas. 2. Estava grávida e gritava de dores, sentindo as angústias de dar à luz. 3.Depois apareceu outro sinal no céu: um grande Dragão vermelho, com sete cabeças e dez chifres, e nas cabeças  sete coroas. 4.Varria com sua cauda uma terça parte  das estrelas do céu, e as atirou à terra. Esse Dragão deteve-se diante da Mulher que estava para dar à luz, a fim de que, quando ela desse à luz, lhe devorasse o filho.”
Apocalipse, 12 – Bíblia Católica Online

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“12.Depois  vi  o  Cordeiro  abrir  o  sexto selo;  e  sobreveio  então  um  grande  terremoto. O  sol se escureceu  como  um tecido de  crina, a lua tornou-se toda vermelha como sangue 13.e as estrelas do céu caíram na terra, como frutos verdes que caem da figueira agitada por forte ventania.”
Apocalipse, 6 – Bíblia Católica Online

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Então, comecemos a coluna de hoje com uma imagem que tem chamado a atenção de muitas pessoas nas redes sociais.  Como todos nós sabemos,  há várias interpretações disponíveis nesse mesmo meio. Esse texto foi elaborado para separar as informações que apresentam fundamento daquelas  sem qualquer procedência. Irei falar da parte que diz respeito à Astronomia, ok?

Para começar, iniciemos pela primeira linha: “1.Apareceu em seguida um grande sinal no céu: uma Mulher revestida do sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas.” Neste trecho afirma-se que surgiu um grande sinal em um lugar muito específico: no céu. Diz ainda que no céu encontraremos três pontos-chaves que formam a visão relatada no livro do Apocalipse, a saber, na seguinte ordem:

  • Uma mulher revestida do Sol
  • A lua debaixo de seus pés
  • Na cabeça uma coroa de doze estrelas

Como foi mencionado o lugar “céu”, então,  vamos olhar para o céu de Parintins e ver o que  há no firmamento da “Capital Mundial do Folclore”? No mês de setembro de 2017, portanto este ano – poderemos avistar  no céu da ilha – mais especificamente sobre o bumbódromo – a seguinte imagem:

Figura 01: Mulher revestida de Sol, a Lua debaixo de seus pés e, na cabeça, uma coroa de 12 estrelas.

Na figura 01, temos a constelação de Virgo (virgem) e notamos que o Sol está a revesti-la, assim como, a Lua está aos pés da virgem.  Repare que, acima da cabeça da virgem, há uma coroa formada por 12 estrelas. Na verdade, temos 09 estrelas (indicadas a vermelho) que formam o asterismo (Leão) e outras 3 “estrelas” que, de facto, são planetas (indicados a azul). Claro que, para quem está cá na Terra a olhar com a vista desarmada – em um primeiro momento, não irá distinguir o que é estrela e o que é planeta. Portanto, ficará a denominar a todos os pontos indistintamente pelo nome de “estrela”. O leão é um rei e assim interpretou-se que a mulher estaria a ser coroada, conferindo à mulher um “status” de realeza, ou seja, tornando-a “rainha”.

Um instante, estamos em 2017, certo? Vamos, parar nosso texto e voltar nossas atenções para o leão que aparece na figura 01, ok? A razão para fazer isso agora é porque houve um momento em que Júpiter (o planeta rei) entrou em conjunção com Regulus (a estrela rainha) e Vénus (que está associado à maternidade). Na época, interpretou-se que do encontro de um rei com uma rainha nasceria um outro rei (que está predestinado a governar e seu reino não terá mais fim). Se olharmos todas as noites para o lindo céu de Parintins, iremos de facto nos certificarmos que o evento acima aconteceu. Sabe quando? No ano 2 a.C. e mais, sabe  em qual parte do céu da “ilha da alegria” a imagem ficou visível?  Na parte celeste, exactamente, onde foi construído o bumbódromo.

Figura 02: Júpiter, Vénus e Regulus.

A figura 02 estava a mostrar que Júpiter (o planeta rei) e Regulus (a estrela rainha) juntamente com Vénus (representando a maternidade) estavam a anunciar a vinda de um rei (repeti o raciocínio somente para dar ênfase, ok?). Só para sublinhar, Vénus é também chamado de “estrela da manhã” (ou estrela d’alva). No final da tarde, ele aparece novamente e, então, chamamo-lo de “estrela vésper”. Notaram que o Sol está aos pés de leão?  Isso mesmo, o Sol, que é o  astro-rei do Sistema Solar, está aos pés do leão (rei dos “animais”). O que implica que o rei teria que se humilhar e se sujeitar às leis dos animais para que assim, viabilizasse a vinda de um outro rei (no mundo dos “animais”). Um detalhe, ainda na figura 02, note que  Mercúrio está presente, o que foi interpretado naquela época com a expressão “início dos tempos” uma referência ao início do surgimento dos planetas do Sistema Solar, onde Mercúrio é o primeiro destes planetas. Em outros textos há a citação “…o rei estava no início…” em outros textos a redação é: “…o que era e o que está por vir…”. Mais ainda, há outras evidências a serem ponderadas, para isso, temos que abrir mais a imagem. Este procedimento resultará na figura 03, abaixo.

Figura 03: Leão e Virgo, em 2 a.C.

Evidentemente, há  várias interpretações para esta imagem. Entretanto, uma delas chama a nossa atenção. Note que a Lua, também associada à maternidade, está aos pés da virgem.  Na Astronomia da Antiguidade, há uma interpretação bem particular: “uma filha da tribo de Judá dará à luz um rei.” Calma,  vamos ampliar um pouco mais a imagem. Após a ampliação, notamos que tanto o leão quanto a virgem não estão sós, vejam:

Figura 04: Constelações de Leão, Virgo e Hidra Fêmea.

Apesar dos nomes dessas constelações serem respectivamente: Leão, Virgo e Hidra Fêmea, os astrónomos mais antigos   interpretavam como sendo a serpente a rondar  o fruto do ventre da virgem. Você entendeu essa parte? O leão é uma referência directa ao Leão da tribo de Judá, Júpiter (o planeta rei), Regulus (a estrela rainha), Vénus                           (a representar a maternidade) estavam a anunciar que a realeza  teria um sucessor e eis que temos uma virgem ao lado do leão (e não abaixo dele), consequentemente, essa virgem é da tribo (da casa) de Judá. A Lua, que também está associada à maternidade, está a anunciar que a virgem dará a luz um rei.

Segundo aquela interpretação, a serpente está a rondar o fruto do ventre da virgem, mas será que a virgem da figura 04 tem ventre? Resposta: afirmativo. Há uma região, assinalada em destaque na figura abaixo, que é conhecida como “ventre da virgem”.

Figura 05: Ventre da virgem.

Vamos para a segunda linha do texto: “2.Estava grávida e gritava de dores, sentindo as angústias de dar à luz.” Alto lá, você notou que o texto afirma que a virgem estava grávida? Será que isso é possível? Resposta: sim. Sério? Então diga-me: como foi essa gestação? Para termos certeza que a virgem estava grávida, vamos fazer uma “ultra-som” de seu ventre ao longo das semanas de gestação e averiguaremos se há realmente algo dentro do ventre dela, ok? Antes, uma informação importante: uma gestação, em média, dura de 40 até 42 semanas (o que equivale a 10 meses lunares ou a 9 meses solares e 7 dias). Dito tudo isso, note que Júpiter (o planeta rei) entra para o ventre da virgem no dia 20 de novembro de 2016, no céu de Parintins foi visto assim:

Figura 6: Entrada de Júpiter no ventre da virgem.

A figura 06 mostra que de facto há algo dentro do ventre da virgem, portanto, ela está grávida. A entrada de Júpiter foi em 20 de novembro de 2016.  E a virgem dará à luz dia 09 de setembro de 2017. Se fizermos as contas, a gestação durou 9,66 meses – ou se arredondarmos para cima – dão 10 meses (lunares) como o período da gestação. Claro, se arredondarmos aquele valor para baixo teremos como resposta 9 meses solares.

Figura 07: Gestação da virgem.

Assim, na figura 07 notamos que, ao longo de toda a gestação, Júpiter está dentro do ventre da virgem. Um detalhe merece nossa atenção, você notou que o Sol se encontra presente  justamente quando a virgem está prestes a dar à luz? Se ampliarmos essa imagem veremos mais outro importante facto, como mostrado na figura 08.

Figura 08: Marte está presente.

Ou seja, segundo a Astronomia da Antiguidade,  a presença de Marte (que  está associado à guerra, batalha) exactamente no momento em que  a virgem dá à luz levou-se à  interpretação de que um conflito, uma batalha estava a ser anunciada. Mas se há batalha, então, quem são os oponentes? Veja agora a imagem completa.

Figura 09: Anúncio da batalha contra a serpente.

Na figura 09,  o “deus da guerra” – como Marte também é conhecido – está do lado do leão e da virgem, ambos da tribo de Judá. Na batalha do leão e da virgem contra a serpente,  o leão tem a seu favor uma grande “arma”, a saber: o amor – representado por Vénus. Ao mesmo tempo que é amor, ele (o leão – o rei) tem em sua destra o comando do exército (simbolizado por Marte) – por isso, também denominado “senhor dos exércitos”. Após ser coroada, a virgem é então chamada de rainha da paz, a quem o exército também obedece. É do fruto do ventre da virgem que sairá aquele que derrotará a serpente. A chuva de meteoros “Sextantids”, naquela época foi entendida como “os dardos de fogo” (ou dardos inflamados) lançados pela serpente contra os descendentes da virgem e do povo de Judá. De facto, relatos que associam as chuvas de meteoros com bolas de fogo são corriqueiros há muito tempo. Tecnicamente, a chuva de meteoros Sextantids  tem origem na constelação do Sextante. Porém, um  detalhe importante:  o nome “Sextante” surgiu somente no século XVII. Desta forma, os povos da Antiguidade sempre acreditaram ser a serpente quem lançava os meteoros (os dardos inflamados).

Para a serpente restava-lhe responder a pergunta: quem é esta que avança como aurora, temível como um exército em ordem de batalha, brilhante como o Sol e como a Lua?  Um instante, na figura 09 somente estamos a ver o Sol. Então, onde está a Lua? A resposta é simples,  a figura 09 é do dia 09/11/2017, quando a virgem dá à luz. A serpente está a lançar incessantemente os dardos inflamados, na tentativa de destruir a descendência da virgem e do povo de Judá. Entretanto, do dia 23/09/2017, eis que a virgem reluz no céu de Parintins, exactamente na parte celeste acima do bumbódromo. Observe a figura 10.

Figura 10: A mulher brilhante como o Sol e como a Lua.

Vamos seguir com o restante do texto, conforme segue na sequência: “3.Depois apareceu outro sinal no céu: um grande Dragão vermelho, com sete cabeças e dez chifres, e nas cabeças sete coroas. 4.Varria com sua cauda uma terça parte das estrelas do céu, e as atirou à terra. Esse Dragão deteve-se diante da Mulher que estava para dar à luz, a fim de que, quando ela desse à luz, lhe devorasse o filho.”

Iniciemos pelo dragão. Se você não encontrou o dragão na figura 10, então, “vinde e vede!” o que foi mostrado aos povos antigos. A figura 11 é uma imagem da Astronomia da Antiguidade.

Figura 11: A serpente e o dragão vermelho.

Da  maneira que mostra a figura 11,  o dragão vermelho usa sua cauda par lançar as “estrelas” sobre a Terra, isso é uma referência directa às chuvas de meteoros que teremos de agora em diante. Você já reparou que estamos a ter uma maior quantidade de chuvas de meteoros ultimamente? Repare que ambos lançam meteoros, porém, quando estamos a falar da serpente, dizemos que são lançados dardos de fogo. Ao passo que o dragão vermelho lançará “estrelas”. Ou seja, o dragão vermelho apresenta uma força descomunal. E isto é sim verdadeiro, veremos logo abaixo o porquê dessa afirmação.

Vamos pular para o  próximo trecho: “12.Depois vi o Cordeiro abrir o sexto selo; e sobreveio então um grande terremoto. O sol se escureceu como um tecido de crina, a lua tornou-se toda vermelha como sangue 13.e as estrelas do céu caíram na terra, como frutos verdes que caem da figueira agitada por forte ventania.”  Alto lá, deixe-me entender: o texto está a dizer que o Sol se escureceu e a lua tornou-se vermelha como sangue, isso procede?  Resposta: sim, é isso mesmo.   Veja a figura 12:

Figura 12: Entre 2014 e 2015 tivemos 4 luas de sangue e 1 eclipse solar.

Na figura 12 temos as datas de quatro luas de sangue e  de um eclipse solar ocorridos entre 2014 e 2015. Observe que foram quatro luas de sangue consecutivas. E entre duas delas, um eclipse total do Sol. Em 2016, tivemos dois eclipses solares (um em março e outro em setembro). E agora em 2017, teremos mais dois eclipses do Sol: um foi em fevereiro deste ano – que não pode ser avistado pelas Américas. E o segundo no dia 21 de agosto de 2017, quando teremos eclipse total do Sol. Curiosidade,  desta vez será visível nos Estados Unidos da América (a última vez foi em 1979)  e cá no Brasil, os parintinenses poderão acompanhar o eclipse, mas parcialmente (conforme imagem abaixo).

Figura 13: À esquerda, o Sol como será visto em Parintins. À direita, o Sol como será visto nos EUA.

Então, se o Sol se escurecerá e a Lua já se tornou vermelha como sangue, quem é que vai jogar as  estrelas na Terra? Boa pergunta, nesta semana foi confirmado um “objecto” que entrou no Sistema Solar. Está escrito em destaque pois não sabíamos ao certo que objecto era aquele. Vamos mostrar a imagem para tudo ficar mais claro:

Figura 14: Objecto a entrar no Sistema Solar.

Na figura 14,  temos quatro imagens do mesmo “objecto”.  Ele  entrou no Sistema Solar e estava muito distante, de tal maneira que não foi possível visualizá-lo detalhadamente. Temos estudado a ele constantemente. Hoje, conseguimos perceber melhor que tipo de corpo celeste estamos a lidar.  Apelidado de  “legião” ele não vem sozinho, pelo contrário, está acompanhado. Isso pois sua massa é gigantesca e, assim, seu campo gravítico  arrasta  outros objectos celestes  e/ou pertubam  os planetas maiores do nosso Sistema. Claro, desta forma, ao longo dos próximos anos, teremos  chuvas de meteoros mais intensas e mais frequentes. Aliado ao intenso campo gravítico deste astro, há também que ser levado em conta que a  Terra está a passar por uma região próxima à cinta de asteroides.

Como você mesmo acompanhou e como a Astronomia  mostrou, os factos descritos há anos são bem concretos. Talvez você não tenha percebido, mas tudo o que está escrito, está a se cumprir. Minha intenção com esse texto  foi mostrar  o que há de fundamento astronómico  nessa narrativa. Muitas pessoas, ao consultarem a internet e/ou redes sociais, acabam sendo induzidas ao erro. Ao longo dos dias, respondo várias perguntas  de alunos, professores e pessoas que me encontram  no dia-a-dia. Certamente a pergunta mais frequente é: “o mundo vai acabar?”. Resposta: não por agora! Portanto, peço imensamente a vocês que após lerem esse texto ponham fim às vossas dúvidas. O que eu falei nesse texto ficou limitado somente ao aspectos astronómicos. Aliás, o papel que concerne a mim é exactamente o que relato sobre Astronomia.  A parte que fala sobre batalha, apocalipse e similares, a autoria não é minha. Na Bíblia você encontrará os autores.  Inegavelmente se você conversar com alguém que estudou a Ciência Teologia, a pessoa com quem você conversar poderá esclarecer suas dúvidas sobre o que está escrito na Bíblia.  Eu particularmente digo a todos vocês: eu sou um simples cristão. E como cientista, minha opinião é que: ninguém (vou repetir para colocar mais ênfase, ninguém) deverá  usar o Santo Nome do Senhor em vão, sendo assim, não cabe à Astronomia questionar a Bíblia. Em momento algum esse texto teve a intenção de rotular os textos bíblicos e/ou  de mesclar símbolos pagãos aos  sagrados. Lembrem-se, há inúmeras interpretações sobre as imagens e os textos aqui abordados. Claro, vai depender muito de outras variáveis tais como época, cultura, sociedade, etc. Um exemplo clássico está relatado na própria Bíblia. Quando Moisés avisa o Faraó que Deus está a enviar os sinais, o então governador do Egito ridicularizou a Moisés e a fé do povo dele (tribo de Judá). E eis que o povo de Deus foi liberto. Outro exemplo são os três reis magos, que se atentaram para os sinais. O mesmo não podemos dizer de  Herodes, que ignorou os mesmos sinais. Depois, ele voltou atrás em sua decisão e perguntou aos reis magos, que não revelaram para Herodes quais eram os sinais que levariam ao futuro rei.

Curiosamente, esse texto foi finalizado nas vésperas de Corpus Christi. Diga-se de passagem, Corpus Christi representa a celebração  do mistério da Eucaristia – o Sacramento do  Corpo e Sangue de Jesus Cristo. Vamos retornar à figura 11? Para sua comodidade, vamos colocá-la logo abaixo.

Figura 11: Como estará o céu de Parintins na noite de setembro de 2017.

Você notou que Júpiter é quem está no “coração” da Virgem? Isso mesmo, a hóstia. “E o meu coração triunfará”, verdade,  Júpiter  irá ser bombardeado e isso evitará que algum meteoro caia na Terra e, consequentemente, mate os filhos da Virgem (que é o Homem – humanidade). Note que no lugar do Homem,  há  “A Grande Cruz” que significa que  alguém já morreu por você.  Lembra-se do rei de Judá que lutou com a força do exército  (Marte) e com o Amor (Vénus), na figura 10? Pois bem, por amor é que alguém foi para “A Grande Cruz”, por amor a você. Vou lembrá-lo de outro detalhe: há 100 anos, Nossa Senhora de Fátima apareceu para três pastorinhos, em Portugal, e revelou a eles o que irá se cumprir em 2017. Como cristão eu lhe digo: “O Temor ao Senhor é o princípio da sabedoria”. Sendo assim, os sinais estão aí. Lembre-se também: “30.Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento.”(Marcos, 12;30)

Quanto ao fim do mundo, lembre-se: “13 Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora em que o Filho do homem há de vir.”(Mateus, 25;13).

Para finalizar, irei deixar uma provocação a você: leitor.  Na figura 11,  você reparou que  há um cavalo e o dragão tem duas asas? Uma dica para si: o livro de Daniel relata algo muito importante. Acho que você já percebeu que isso aconteceu no passado e, agora, estamos a ter a honra de sermos testemunhas de grandes acontecimentos. Mas isso eu falarei outro dia.

Figura 15: O Sol “ se escureceu”.

Dr. Nélio Sasaki – Doutor em Astrofísica, Líder do NEPA/UEA/CNPq, Membro da SAB, Membro da ABP, Membro da SBPC, Membro da SBF, membro da UAI, membro da PLOAD/Brasil e ST/Brasil, Revisor da Revista Areté, Revisor da Revista Eletrônica IODA, Revisor ad hoc do PCE/FAPEAM, Director do Planetário Digital de Parintins-NEPA/UEA/CNPq, Director do Planetário Digital de Manaus-NEPA/UEA/CNPq, Professor Adjunto da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

 

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