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Ex-presidiário é executado com seis tiros na zona leste, em Manaus

O assassinato foi por volta de 1h30 da madrugada deste domingo. Júlio foi atingido com seis tiros, que acertaram a cabeça, peito e costas, segundo a DEHS. Foto: Divulgação-PC.

Um mês depois de ter sido preso por envolvimento no sequestro, homicídio e ocultação do cadáver de um jovem de 19 anos, no bairro Tancredo Neves, zona leste de Manaus, o ex-presidiário Júlio Felipe da Silva, 29, foi executado com seis tiros, na Alameda Cosme Ferreira, bairro São José 3, também na zona leste, na madrugada deste domingo (10), conforme informações do investigador da Polícia Civil da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), Dennys Cardoso.

Júlio foi preso no dia 8 de junho deste ano,  em cumprimento a mandado de prisão temporária, expedido pelo juiz da 9ª Vara Criminal, Henrique Veiga Lima, por envovimento no sequestro, morte e ocultação de cadáver de Fabrício Décio Damasceno de Lima, ocorrido no dia 21 de outubro do ano passado,  segundo informações da assessoria de imprensa da PC.

Na época da prisão, o delegado Ivo Martins da DEHS, informou que Fabrício estava em frente à casa onde morava, na Rua Opala, bairro Tancredo Neves, zona leste da cidade, quando Júlio e cerca de cinco homens, em um carro modelo Celta vermelho, sequestraram a vítima e a levaram para uma área deserta na invasão Alfazema, no bairro Jorge Teixeira, zona leste, local onde torturaram, mutilaram e enterraram o jovem.

Ainda segundo Martins, Fabrício Fabrício tinha 19 anos e, segundo a investigação policial, era o responsável pela guarda dos valores em dinheiro da facção criminosa Família do Norte (FDN).

De acordo com o investigador Dennys Cardoso, o assassinato foi por volta de 1h30 da madrugada deste domingo. Júlio foi atingido com seis tiros, que acertaram a cabeça, peito e costas. “A autoria e motivação para o crime ainda são desconhecidas pela DEHS, porque ninguém presenciou a morte. Vamos levantar se a morte está ligada ao crime de homicídio ou envolvimento ao tráfico de drogas”, disse.

No site do Tribuinal de Justiça do Amazonas (TJAM), não é possível acessar o processo que Júlio respondia, para saber o motivo que ele estava fora da unidade prisional, um mês depois de ter sido preso.

A reportagem tentou encontrar o endereço informado pela família de Júlio, no Instituto Médico Legal (IML), no bairro São José 3, sem sucesso.

Do d24

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