Frentista leva tiro no rosto em assalto e acusados estão em liberdade na Vila Amazônia

Por: Gerlean Brasil
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Parintins (AM) – Em estado estável de saúde, o frentista José Aluilson Ferreira de Souza, 43 anos, carrega estilhaços de munição alojados no rosto, após sofrer um tiro de raspão de arma de fogo, em uma emboscada praticada por três indivíduos em assalto ao posto de combustível do porto da Vila Amazônia, na madrugada desta quinta-feira, (07). A vítima foi rendida pelos assaltantes quando estava na casa de máquinas do Posto Vila em busca de uma chave de fendas.

Momento em que motorista chama dois indivíduos encapuzados para render frentista do Posto Vila.

A ação premeditada começou quando um dos indivíduos chegou ao posto para abastecer, mas não tinha a chave do veículo para abrir o tanque. Sem desconfiar de se tratar de uma armação, o frentista, mesmo com o posto fechado à noite, abriu excessão e tentou ajudar o motorista a abastecer. Nesse momento, enquanto procurava por uma ferramenta na casa de máquinas, dois indivíduos encapuzados foram chamados pelo motorista e saíram de trás do supermercado para render o frentista.

Frentista José Aluilson sofreu emboscada praticada por três indivíduos e levou um tiro de raspão no rosto.

Os assaltantes surpreenderam José Aluilson com violência e depois fugiram do local, assim como o motorista da moto, conforme imagens de câmeras de segurança do posto. Baleado no rosto, o frentista deu entrada no Hospital Regional Jofre Cohen, onde passou por atendimento de emergência e recebeu alta médica na tarde desta quinta-feira. Até o início da noite, os assaltantes não haviam sido presos e a impunidade gerou sentimento de revolta por parte da proprietária do posto de combustível da Vila Amazônia.

“Meu trabalhador, essa hora, poderia está morto. Ele tem quatro filhos pequenos dependentes apenas dele. A minha revolta maior é que, se prenderem eles amanhã, já estarão logo soltos tentando matar outros. São os mesmos delinquentes que aprontam na Vila Amazônia. Estão acostumados a fazer isso, vêm presos para a cidade, não demora muito são soltos, e ficamos à mercê dessas pessoas”, desabafa Silvia Vidinha, proprietária do posto assaltado.

 

Fotos: Divulgação

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