Governo Bolsonaro quer política de segurança implantada no Amazonas

Em agosto deste ano, o governador do Amazonas, Amazonino Mendes, disse que o trabalho em parceria com o escritório internacional Giuliani Security & Safety e o programa “GuardiAM 24 Horas” seria referência no Brasil.
Dois meses depois, a previsão dá sérios sinais de que começa a se concretizar, com a notícia de que o filho do presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, conversou com Rudolph Giuliani, que também é advogado do presidente Donald Trump, sobre a política de tolerância zero, que transformou para melhor a cidade de Nova York, conhecida pelo alto índice de violência na década de 1990.
“Encontro com O (eterno) Prefeito de Nova York Rudolph Giuliani. Sua experiência em ter salvo NY da criminalidade – cidade tida como caso perdido pelos americanos nos anos 90 – vai de encontro ao que pensamos para o Brasil: tolerância zero no combate ao crime. Temos que acabar com a deturpada visão de direitos humanos que vigora em nosso país”, comentou Eduardo Bolsonaro.
Ao elogiar Giuliani, Eduardo mostrou que a política de segurança de Bolsonaro também deve buscar inspiração na experiência de Nova York. E, indiretamente, mostra que Amazonino foi criticado por questões meramente eleitoreiras.
Assim como a UEA, Amazonino também pode passar a ser lembrado em um futuro próximo como o homem que deu início ao programa de segurança pública que pode servir de base para todo o Brasil, como previu.
“O que nós queremos é que os nossos filhos e nós mesmos, daqui a cinco ou seis anos, vivamos na cidade que ousou contratar a maior e melhor consultoria do mundo para combater a criminalidade. Esta é a verdade!” – Afirmou o governador há dois meses, durante a campanha.
GuardiAM 24 horas
Nesta quarta-feira (28), enquanto Eduardo Bolsonaro se reunia com Giuliani, em Nova York, os técnicos da Giuliani Security & Safety (GSS) visitavam municípios do Amazonas para complementar o diagnóstico sobre a situação das fronteiras, ouvindo autoridades de Segurança Pública brasileiras.
Fonte: Direto ao Ponto
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