“Há uma guerra silenciosa que o estado tem que intervir”

Da Redação  | 24 horas

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Parintins (AM) – Manaus está nas páginas policiais de todos os jornais do país. A guerra entre as facções, que atuam no narcotráfico, Primeiro Comando da Capital (PCC) e a Família do Norte (FDN) mancharam com sangue o primeiro dia do ano de 2017 no Amazonas. Uma das rebeliões mais sangrentas do País iniciada na tarde de ontem e encerrada na manhã desta segunda-feira, por volta das 7 horas, no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) teve pelos menos 60 mortes de integrantes do PCC e estupradores.

O Secretário de Segurança Pública do Amazonas (SSP) Sérgio Fontes, e Secretário de Estado de Administração Penitenciária (Seap), Pedro Florêncio, em entrevista coletiva no fim da manhã desta segunda-feira afirmaram que a guerra do narcotráfico está cada vez mais impiedosa.

“Há uma guerra silenciosa que o estado tem que intervir. É uma facção brigando com outra. A briga é por dinheiro e por espaço. A população tem que entender que nós estamos trabalhando e tenho certeza que vamos recapturar a todos. Qualquer informação ligar para 181 é importante denunciar”, informou Fontes.

O titular da Seap assegurou que reféns não ficaram feridos. Ele assegurou que ainda não tem um número exato de foragidos. “Os reféns (funcionários) foram tomados apenas garantir a segurança deles (detentos). Foram 11 agentes e um técnico de enfermagem que estão passando por atendimento médico e psicológico”, disse.

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