Jornalista econômico do Jornal “O Globo” dedica duas colunas ao Festival de Parintins e se diz Caprichoso

Boi Caprichoso e a Sinhazinha Adriane Viana. Foto: Riso Alencar | 24 horas

Na Coluna “Passo a frente” o Jornalista diz que o Festival Folclórico é arrepiante já no blog que assina, George Vidor afirmou ter sido tocado pelo boi Caprichoso.

Da Redação | 24 horas

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Parintins (AM) – Todos os anos grandes nomes do Jornalismo brasileiro passam despercebidos por Parintins durante o Festival Folclórico. Em 2016, por exemplo, a Jornalista Elvira Lobato, um dos grandes nomes do Jornalismo investigativo homenageada durante o Congresso da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (ABRAJI) esteve na ilha a convite da Coca Cola. Ela trouxe um grupo de crianças de um projeto social do Rio de Janeiro.

Outro jornalista que esteve no município foi o colunista de economia do Jornal “O Globo” colaborador do “Valor Econômico”, George Vidor, que assistiu a Festa dos bumbás e dedicou duas colunas a festa dos bois Caprichoso e Garantido. Em sua coluna de economia “Passo a frente” em meio aos destaques dos números econômicos no Brasil ele chamou as apresentações no bumbódromo de arrepiante, mas também não deixa de observar “a estrutura precária da ilha” que não acompanhou o crescimento da festa. Veja o que escreveu o jornalista no link: http://oglobo.globo.com/opiniao/passo-frente-19638079#ixzz4DS3hKKhH

 “As torcidas são um espetáculo à parte. E chegam a constituir um item da avaliação dos julgadores. Uma não atrapalha a outra. Enquanto um “boi-bumbá” se apresenta por duas horas e meia, a outra permanece calada. A “galera”, que entra no Bumbódromo de Parintins, cidade no meio da floresta amazônica, ocupa trechos da arquibancada para os quais não há cobrança de ingresso, quase vem abaixo de tanta alegria quando o “boi-bumbá” do coração entra “em campo”, diz parte da coluna.

“Durante o festival, a população dobra, compartilhando a precária infraestrutura das cidades amazônicas, onde tudo é distante. Mesmo para os amazonenses, viajar até Parintins é um sacrifício. De Manaus, é um dia de barco. Há poucos voos para lá”, relata em outro trecho.

viva parintins

Já no Blog que leva seu nome George Vidor no mesmo “O Globo” cita o sentimento do presidente nacional da Coca Cola Xiemar Zarazúa com a festa. Leia a entrevista do presidente da Coca Cola Brasil ao 24 horas. https://www.parintins24hs.com.br/presidente-da-coca-cola-afirma-que-nao-vai-tirar-patrocinio-do-festival-de-parintins/

Galera (como são chamadas as torcidas dos bois em Parintins) do Boi Caprichoso. Foto: Riso Alencar | 24 horas.
Galera (como são chamadas as torcidas dos bois em Parintins) do Boi Caprichoso. Foto: Riso Alencar | 24 horas.

O colunista afirma que não há quem não se envolva com a festa. “Não há quem não fique arrepiado. Como escrevi na coluna do Globo de segunda-feira (4-7-2016), o que emociona é o conjunto da obra, o que inclui a participação entusiástica das “galeras”, cada qual se manifestando durante a apresentação do seu respectivo boi (enquanto um se apresenta, a outra galera tem de permanecer em silêncio, para não perder ponto)”, afirmou comparando Caprichoso e Garantido ao tradicional Fla-Flu do Futebol. Ele encerra dizendo: “Acabei sendo mais tocado pelo Caprichoso, embora não possa deixar de render todas as homenagens ao fabuloso Garantido. O refrão uma das músicas do Caprichoso diz que “eu sou azul até morrer”. E “Viva Parintins!”.

Leia a coluna na integra: http://blogs.oglobo.globo.com/george-vidor/post/viva-parintins.html

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