Jovem é encontrado morto em residência no Itaúna II

O jovem Eduardo Nascimento da Silva, 20, foi encontrado morto em uma residência no bairro Itaúna II na noite desta terça-feira (08). De acordo com familiares “fomos informados que Eduardo e um grupo de amigos se encontravam consumindo entorpecentes em uma casa no Itaúna II e que após consumir, os efeitos da droga o agitou bastante, levando ele a subir em um muro de onde escorregou e caiu em uma ferragem, batendo fortemente a cabeça”, relatou um dos familiares.

O médico legista Jorge de Paula Gonçalves com apoio do técnico Benedito Pimentel realizaram o exame de necropsia e constataram sintomas de agressão física na face, nos lábios e no crânio do jovem. “Eu e o perito Jorge de Paula realizamos o exame de necropsia e constatamos escoriações na face, na região labial, perfurações na parte do crânio e estamos supostamente acreditando que Eduardo foi assassinato. Mais a confirmação vai ficar a caso da Polícia Civil ao comando dos delegados investigarem”, relatou Benedito Pimentel.

Benedito Pimentel frisou ainda que uma hemorragia cerebral e traumatismo crânio encefálico foram às causas mortis de Eduardo da Silva.

O pai da vítima, Valdenor da Silva comentou que “meu filho saiu às 17h para jogar bola e quando foi à noite chegou uma moto com duas pessoas aqui em casa informando que meu filho estava jogado em um quintal escuro morto e foi encontrado através de uma lanterna de celular”.

Valdenor contou que quando chegou ao local a polícia já estava lá e estavam esperando o bombeiro. “Meu filho ainda chegou a ser encaminhado ao hospital, mas ele já estava morto. Não sei como meu filho era na rua e com quem ele andava, mas em casa ele era um excelente filho”, disse o pai.

O irmão da Vítima disse que “as versões dos meninos não batem com a dos exames de necropsia, e toda vez que eles contam mudam as versões. Não sei realmente o que aconteceu com o meu irmão, mas tudo indica que ele recebeu uma cacetada na cabeça e chute na boca. Fui ao local e havia um muro e uma cerca. Não acredito que meu irmão subiu o muro”.

O jovem morava com familiares em uma residência localizada na Estrada Eduardo Braga em frente à Universidade do Estado do Amazonas (Ufam) onde o seu corpo é sendo velado.

Kedson Silva/JI

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