-Publi-A-

Justiça determina prisão de 13 suspeitos de destruírem delegacia em Barreirinha-AM

A Justiça determinou a prisão de 13 pessoas suspeitas de destruírem a delegacia de Barreirinha, distante 331 Km de Manaus. A confusão foi causada, no domingo (20), para tentar capturar um homem que estava preso no local suspeito de estuprar e matar a enteada de 1 ano.

De acordo com o delegado Adilson Cunha, da 3ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Parintins – que coordena as investigações -, oito pessoas já haviam sido presas até o fim da tarde desta terça-feira (22). O cumprimento dos outros cinco mandados seguem em andamento na cidade.

Durante a confusão em Barreirinha, o prédio da delegacia sofreu perda total após ser depredado e incendiado, e duas viaturas também foram destruídas. Duas pessoas morreram durante o tumulto, e outras três ficaram feridas e seguem internadas no hospital da cidade.

O homem suspeito de estuprar e matar a enteada, alvo do grupo que destruiu a delegacia, foi transferido para a Unidade Prisional de Parintins. Segundo o delegado, todos os presos deste caso também devem ser levados para Parintins.

A Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM) enviou reforço policial ao município de Barreirinha, sob comando do delegado Adilson Cunha. Enquanto o prédio não for reformado, a delegacia deve funcionar no Fórum de Justiça de Barreirinha.

Os presos que estavam na delegacia foram liberados das celas por questão de segurança. Segundo a Polícia Civil, todos já retornaram e estão detidos em um anexo da unidade, com exceção de um, que é considerado foragido.

Manifestação

 

Em Barreirinha, na tarde desta terça-feira, uma manifestação foi realizada nas ruas da cidade para cobrar Justiça pela morte da criança de 1 ano e por casos de violência sexual ocorridos nos últimos meses no municípios.

Cartazes também foram levados pedindo Justiça pela morte dos dois rapazes, ocorrida durante o protesto de domingo. Os manifestantes denunciam que os disparos partiram da delegacia.

Manifestantes pediram Justiça após casos de violência em Barreirinha, no Amazonas. — Foto: Divulgação
você pode gostar também