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Letreiro “Eu amo Parintins” será inaugurado dia 8 de maio

Foto: Pedro Coelho.

De frente para o rio Amazonas, com os símbolos da festa folclórica de boi-bumbá de Parintins (AM), o letreiro “Eu amo Parintins” será inaugurado neste próximo sábado (08/05) no estacionamento do porto do município às 17:30h com a transmissão de live pela página do Facebook do Coletivo Ártrua, uma ação do coletivo que é coordenada pelo artista parintinense, professor Miguel Carneiro, que idealizaram projetos com objetivo de inserir no espaço público componente artísticos no quotidiano dos habitantes da cidade.

Além do letreiro, o coletivo assina os projetos Monumento Artístico que teve como finalidade fazer um memorial de artes nos murais da cidade; o Mural Nossa Gente, uma homenagem a identidade de Parintins e seu pluralismo e, o projeto Estampas Artesanais que são fruto de oficinas com adolescentes, como forma de viabilizar renda a partir da confecção de camisetas pintadas, ambos projetos aprovados no Programa Cultura Criativa-2020/Lei Aldir Blanc – Prêmio Feliciano Lana.

Para Miguel, a finalização dos projetos é fruto da união dos membros do Coletivo Ártrua, dos artistas parintinenses que abraçaram a causa e o trabalho de mais de sete anos nas escolas do município incentivando a arte. “Chego a ficar emocionado com a finalização dos projetos, aqui tem o suor de muita gente, tem o despertar do olhar de um sonho e o sentimento de que a união faz a força”, relatou o professor.

Com relação a polêmica do início do projeto atrelado pela posição escolhida do letreiro, que são letras de frente para o rio, Miguel esclarece que o objetivo enquanto arte foi alcançada por ter observado o impacto realizado nos comentários das pessoas.

“Fiquei impressionado como o número de mensagens e menções nas redes sociais, o nosso trabalho do letreiro é uma homenagem ao amor que temos por Parintins, que contempla o Rio Amazonas, os seus visitantes e quem por aqui passa. O objetivo também foi que o morador que quiser retirar uma foto estilo ‘selfie’, possa ficar com a descrição correta do nome e de fundo o rio Amazonas. Diferente de muitos letreiros encontrados por aí”, ressaltou o coordenador do coletivo.

Os projetos vinculados ao coletivo além de transformar o espaço público com arte mobilizaram economicamente 40 famílias de artistas, entre eles, escultores, pasteladores, soldadores, design, fotógrafo e artistas visuais que durante a pandemia da Covid-19 puderam, mesmo isolados, trabalhar e contribuir para finalização das atividades.

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