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Ministério da Saúde vistoria construção de UBSI no Baixo Amazonas

Por Eldiney Alcantara

Cumprindo determinação do Ministério da Saúde (MS) e com apoio do Distrito Sanitário Especial Indígena de Parintins, Dsei, a Secretaria Especial de Saúde Indígena de Brasília, Sesai, vistoriou no fim de semana obras de construção de Unidades Básicas de Saúde Indígena (UBSI) no Baixo Amazonas.

O objetivo é verificar in loco o andamento dos trabalhos que acontecem na zona rural. A fiscalização foi coordenada pelo engenheiro da Sesai/Brasília Pedro Linhares, e contou com o engenheiro do Dsei/Parintins Kasdan Cerdeira, o técnico em saneamento Eder Rocha e o auxiliar em saneamento Paulo Darque.

São construídas dez UBSI’s no Baixo Amazonas sendo em Maués (04), Barreirinha (03), Nhamundá (02) e Parintins (01). O projeto conta com posto de saúde, alojamento, lixeira e gerador, contando com apoio técnico de um engenheiro civil, engenheiro elétrico, arquiteto e geólogo. Cada obra esta oçada em mais de R$ 1 milhão e exige fiscalização das entidades responsáveis.

Para o engenheiro Paulo Linhares, é preciso que a empresa executora do contrato cumpra os prazos para que não comprometa a saúde indígena. Ele alerta para a sazionalizade da região, uma vez que a vazante dificulta o acesso e, consequemente, a chegada de materiais. Ele exemplificou o caso da comunidade Santa Maria (Maués), que esta com a obra atrasada. “Todos os esforços são feitos para que ela (empresa executora) entregue as obras”, revelou.

A previsão é que nos próximos meses quatro UBSI sejam inauguradas, mesmo com verificação de atraso nos trabalhos. “Dentro do nosso cronograma a obra está atrasada, mas com boa execução”, informa Kasdan Cerdeira. Ele destaca que a equipe observa se a execução do trabalho está de acordo com as especificações técnicas do projeto.

As obras continuam e a coordenadora do Dsei/Parintins, Lanira Garcia, informa que o trabalho será acompanhado pela equipe técnica da entidade para que os indígenas tenham o quanto antes o funcionamento das UBSI’s. De acordo com Pedro Linhares, foi elaborado um relatório que foi apresentado à coordenação do Dsei/Parintins e encaminhado ao Departamento de Saneamento e Edificação da Saúde Indígena, Dsesi, da Sesai/Brasília para análise e tomada de decisão.

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