Morre aos 76 anos radialista Joaquim Marinho, em Manaus

Morreu neste domingo (02), aos 76 anos de idade, o radialista e historiador Joaquim Marinho. O também colecionador faleceu às 11h30 (horário de Manaus) após uma longa batalha contra o Alzheimer, diabetes e condições cardíacas.

Joaquim Marinho era português e foi um dos principais donos dos cinemas históricos do Centro de Manaus. Dono de um acervo cultural com mais de 100 mil peças, Marinho ficou nacionalmente conhecido por ser um dos mais renomados agitadores culturais do Amazonas.

Entre as coleções de Marinho que mais chamaram atenção – inclusive de grandes nomes como Jô Soares, por quem foi entrevistado -, as obras de arte eróticas ocupam espaços especiais na Casa de Cultura Joaquim Marinho, que fica sob os cuidados da família do radialista.

O velório de Joaquim acontece deste o domingo, 01, no salão nobre do Palácio do Rio Negro.

Casa de Cultura

Casa de Cultura Joaquim Marinho coloca acervo com mais de 100 mil itens à venda, em Manaus

Casa de Cultura Joaquim Marinho coloca acervo com mais de 100 mil itens à venda, em Manaus

Inaugurada em 2017, a casa de cultura que leva o nome de Joaquim, um dos mais marcantes nomes na história contemporânea do Amazonas, conta com mais de 100 mil peças de acervo.

São antigos cartões postais do mundo inteiro, quadros, discos de vinil, CDs, filmes em diversos formatos e obras de arte. Atualmente, a casa – que serviu de berço para a família do português de 75 anos radicado em Manaus – está aberta ao público.

Com informações do g1

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