Mototaxista acusado de estupro faz nova vítima

Foto ilustrativa

A Polícia Civil chega à reta final do inquérito sobre o mototaxista suspeito de cometer estupro contra um estudante da Escola Estadual Gentil Belém, a quem ofereceu carona, mas o levou para a estrada, próximo ao Aeroporto Júlio Belém, por volta das 17h, no dia 20 de agosto. O caso vai ser enviado ao Poder Judiciário para ser tomada uma decisão em relação ao autor do crime. O exame de corpo de delito comprovou estupro.

O inquérito é mantido em sigilo para não expor o menor. “Chegamos a uma conclusão final, de acordo com o que foi relato no exame feito pelo perito e anexado ao inquérito. A Justiça vai resolver essa situação. Ainda não indiciamos o acusado, por se tratar de suspeita. Vou analisar o caso para tomar uma decisão correta, não cometer nenhum erro no procedimento apuratório e indiciar uma pessoa que, de repente, não cometeu o crime como é exposto na mídia”, explica o delegado.

A Polícia Civil ouviu o depoimento do menor, acompanhada pela mãe, bem como o suspeito do crime, junto com advogado. O adolescente recebeu atendimento psicólogo e ainda de assistente social. “Foram feitos exames e procedimento apuratório chega à etapa final. Vou decidir, com relação em todos os depoimentos e informações, para indiciar ou não o sujeito.

“Como é um menor de idade, a gente mantém o máximo de sigilo para não constranger ou tornar a questão muito pública como se tornou ou prejudicar o menor”, diz Adilson Cunha. Segundo o delegado, o acusado, em depoimento, alegou que foi consensual por parte do menor. “Porém, investigamos com calma para verificar se esse depoimento condiz com a verdade. Vamos o inquérito e mandar para a Justiça decidir com relação ao caso”, explica.

Nova vítima

Após o fato com o estudante, uma senhora compareceu na Delegacia de Polícia Civil para alegar ter também sido vítima do mototaxista, há alguns anos. Porém, de acordo Adilson Cunha, a investigação sobre essa denúncia requer calma para se chegar a uma conclusão efetiva em relação ao fato da última denúncia. “Assim que a gente coletar mais informações e testemunhas vamos fechar esse procedimento para que seja enviado à Justiça”, informa o delegado.

Adilson Cunha diz que não nenhuma informação concreta na investigação da acusação recente de estrupo contra a mulher. “Se, realmente, tenha sido cometido algum crime e se tiver dentro do prazo prescricional em que a possa indiciar o cidadão, vamos fazer para encaminhar à Justiça”, informa.

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