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O Considerado: artista Júnior de Souza morre vítima da Covid-19

Eldiney Alcântara | 24 Horas

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“É com muita dor no coração que informo a todos que o meu marido faleceu. Júnior de Souza, O Considerado, Te amarei para sempre”, publicou entristecida nas redes sociais a esposa de Júnior de Souza, Milena de Souza. Após ser transferido para Campo Largo, Paraná, Júnior lutava há mais de um mês contra a Covid-19, mas não resistiu à gravidade da doença e faleceu às 18h desta segunda-feira, 01 de março.

Nos últimos dias, Júnior de Souza apresentou agravamento no quadro de saúde. Ele não respondia bem ao tratamento. Pulmão e o rins apresentaram piora e com um risco eminente de uma parada cardíaca.

O filho do artista, Pablo de Souza, sempre postava no Facebook boletins diários do estado de saúde do pai. Poucas horas antes do falecimento de Júnior, Pablo informava o grave estado do Considerado. “A situação do papai é gravíssima, ele não vem mais respondendo ao tratamento (Antibióticos), a pressão está com uma alta dose de droga para se manter, o pulmão pirou e o rim está próximo de uma parada. Segundo o médico, se hoje ele precisar de uma hemodiálise, corre risco dele ter uma parada cardíaca”, informou.

“Meu herói, meu ídolo e melhor pai do mundo. Te amarei para sempre Guerreiro. Deus me dê forças!”, disse Pablo de Souza, lamentando a morte do pai.

Após o anúncio da morte de Júnior de Souza, dado pela esposa Milena, milhares de manifestações de amigos e fãs do artista movimentaram as redes sociais. “Meus profundos sentimentos. Que Deus possa curar seu coração e o coração de todos da família. Descanse em paz meu amigo”, se mostrou solidário esposa de Júnior, o artista Rossy Amoedo.

Júnior de Souza ficou 11 dias internados no hospital Jofre Cohen, em Parintins, e mais de 20 dias no hospital do Rocio, na cidade Campo Largo, Paraná, onde esteve intubado e na UTI (Unidade de Terapia Intensiva). Ele foi artista das duas agremiações folclóricas de Parintins (Garantido e Caprichoso) e ficou conhecido por seu trabalho cenográfico, em especial, o uso de forma mais intensiva da robótica nas alegorias do Festival Folclórico de Parintins.

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