Parintinenses prestam homenagem a Aderaldo Reis em despedida

Foto: Ramon Correia.

Gilson Almeida | 24 Horas
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Parintins (AM) – Amigos, familiares e simpatizantes prestaram homenagem ao radialista Aderaldo Reis, de 63 anos, que faleceu na madrugada desta quarta-feira (21) no Hospital Delphina Aziz, em Manaus, após ter complicações decorrentes da Covid-19. Ele estava internado na unidade há sete dias fazendo o tratamento da doença. O corpo do ícone do Plantão Policial do jornal da Rádio Clube e do programa Agora Parintins, do SBT, chegou de avião no Aeroporto Júlio Belém na tarde de hoje onde de carro do Corpo de Bombeiros passou por alguns pontos da cidade que marcaram sua vida.

Os moradores do Aninga, a comunidade que Aderaldo gostava e pela qual lutava, seguraram cartazes contendo mensagens de agradecimento e de despedida do comunicador como “Aninga está em luto”, “O Aninga agradece por sua colaboração Aderaldo Reis” e “Descanse em paz! Gratidão por suas conquistas ao Aninga”.

Foto: Denise Albuquerque.

O corpo também passou pelo prédio da Rádio da Clube de Parintins onde ele trabalhou por cerca de 30 anos. Aderaldo também recebeu o cortejo fúnebre do Boi Caprichoso, em frente ao Curral Zeca Xibelão, onde o boi-bumbá evoluiu para se despedir de seu sócio-fundador e assessor de imprensa. Também no Caprichoso Aderaldo Reis atuou como apresentador, animador e atualmente apresentava o programa do touro negro na rádio.

Foto: Arleison Cruz.

Aderaldo Reis apesar de tido formação em Pedagogia pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam), foi pela comunicação que ele se apaixonou e pela qual decidiu dedicar a sua vida, se destacando pela forma irreverente de fazer as reportagens policiais usando tão famoso bordão “Se não quer que seu nome apareça, não deixe que o fato aconteça”, alegrando seus ouvintes e telespectadores. Hoje para a tristeza de sua família, amigos e colegas de profissão, foi o nome Aderaldo Reis que foi tão citado nos meios de comunicação de Parintins.

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