-Publi-A-

Pesquisa IDP mostra a tendência do voto para segundo turno

Se o segundo turno da eleição suplementar para o Governo do Amazonas fosse realizada hoje, o candidato Amazonino Mendes (PDT) obteria 42,2% dos votos, contra 35,3% do candidato Eduardo Braga (PMDB), segundo levantamento do INSTITUTO DIÁRIO DE PESQUISA (IDP), divulgado neste domingo (13), com margem de erro de 2,45 pontos percentuais.

A pesquisa, estimulada, quando os pesquisadores mostram os nomes dos candidatos, constata, ainda, que 16,6% dos eleitores pretendem votar em branco ou anular os votos e 5,9% estão indecisos. Quando contabilizados apenas os votos válidos (não incluem os brancos, nulos e indecisos), Amazonino obteria 54,4%, contra 45,6% de Braga. Considerando a margem de erro, Amazonino obteria entre 51,95% e 56,85% e Braga, entre 43,15% e 48,05% dos votos válidos.

O segundo turno da eleição está marcado para ocorrer no próximo dia 27, de acordo com calendário do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE).

A pesquisa, registrada na Justiça Eleitoral sob o número AM-00299/2014, foi realizada nos dias 7, 8, 9 e 10 de agosto de 2017, envolvendo diversos bairros localizados nas 13 zonas eleitorais do município de Manaus e em 12 zonas eleitorais no interior do Estado. Foram entrevistados 1.600 eleitores. O estudo foi conduzido de modo que a margem de erro máxima seja de 2,45 pontos percentuais para mais ou para menos, com um intervalo de confiança a 95%. Isso significa que, se esta pesquisa fosse feita 100 vezes, repetindo-se as mesmas condições, em aproximadamente 95 destas vezes as proporções obtidas em cada resposta, com uma variação de 2,45% para mais ou para menos, estariam estimando o pensamento dos eleitores do Estado.

Cassação

Em maio deste ano, o Tribunal Superior eleitoral (TSE) cassou os mandados do ex-governador José Melo (PROS) e de seu vice, Henrique Oliveira (SD), por compra de votos durante a campanha eleitoral de 2014.
No início deste mês, o ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski determinou que os eleitos no pleito suplementar só tomem posse depois que o TSE julgar embargos de declaração interpostos contra decisão que cassou o governador eleito em 2014.

Do d24

você pode gostar também