PM descarta rebelião no presídio na noite do réveillon de Parintins

O isolamento das ruas de acesso a Unidade Prisional de Parintins, com barreiras policiais, deixou a população temerosa com uma possível rebelião, na última noite do ano de 2019, nesta terça-feira (31).

Os detentos ficaram com os ânimos alterados dentro das celas e agitaram as grades, porque um colega, que passou mal, precisava de atendimento médico.

Uma equipe da Força Tática do 11º Batalhão da Polícia Militar, composta por 16 homens, entrou no presídio para controlar a situação de um iminente motim. Os policiais revistaram todas as celas e não encontraram avaria nos cadeados. O tumulto, apontado como princípio de rebelião, se deu por causa de Gabriel Batista Costa, preso por tráfico de drogas.

O detento foi o pivô das gritarias e agitações nas celas, quando teve problema de saúde, por volta das 19h30, no momento da janta do funcionário da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap). O comandante interino do 11º Batalhão da PM, Capitão Ricardo Viana, comandou a Força Tática na revista realizada no presídio para saber da real situação.

A PM constatou não haver nenhum tipo de alteração. “Nós adentramos, fizemos a revisão das grades, das celas e dos cadeados. Somente um preso passou mal e teve reivindicação para que ele fosse levado ao hospital. Temos a competência da guarda externa do presídio e a parte interna fica a cargo dos agentes da Seap. A PM não gerência sobre o que entra ou não entra no presídio”, explica Viana.

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