Porque deu Garantido? E porque Babá e Jender?

Por Nárnia!

O óbvio é evidente tanto quanto o que é evidente é óbvio diria Séo Monteverde, a sábia alma além do céu vermelho! O cretino colunista, literalmente, rebuceteia o mundo bovino, porém, cão dividido entre azul e vermelho com o anúncio de sua pré-candidatura à presidência da Francesa e do Palmares rumo a uma hipotética candidatura e responde a pergunta que perturba todo torcedor azulado e que intitula esta edição da cretina: Não somos competitivos, é preciso [coragem] renovar! Vamos mexer na ferida, sem paixões e fanatismos? Bora?

ouvido

01 – APRESENTADOR Individual DEFINIÇÃO: Anfitrião, Mestre de Cerimônia, Porta-voz. MÉRITOS: Domínio de arena e de público, fluência verbal, carisma, impostação sem interferência ou intervenção que dificulte a audição ou compreensão do espetáculo de voz, dicção, alegria, atenção constante no desenvolvimento do tema. ELEMENTOS COMPARATIVOS: Indumentária e significado, voz, desenvoltura, animação.

Israel Paulain: um mestre de cerimônia que sabe apresentar o que está em suas mãos. Passa ao público além de confiança, firmeza e entrosamento numa absoluta sintonia com o que acontece ao seu redor: dentro e fora da arena. Além dessas qualidades, passa uma emoção verdadeira. Sendo o responsável pelo sucesso e notas de outros itens em disputa, por evidenciá-los no momento certo e de forma precisa colaborando, diretamente, para o sucesso dos demais.

Fabiano Neves: talvez, se tivesse mais tempo e contato com a galera azul e branca poderia ter se saído melhor. Por diversas vezes passou “batido” na apresentação na arena, principalmente, com a figura principal e central da festa: o próprio Boi. Suas falas, textos e ações foram um tanto frias e superficiais beirando uma atuação mambembe. Sem falar nas exageradas, e desnecessárias, caras e bocas, no excesso de diretores tentando dar-lhe um rumo e orientações na arena o fazendo ficar ainda mais perdido e confuso. Muitos dos itens individuais com notas inferiores às de seus rivais deve-se às falhas do apresentador azulado.

02 – LEVANTADOR DE TOADAS Individual DEFINIÇÃO: Sua voz é o fio condutor para o desenvolvimento do tema. MÉRITOS: Interpretação, afinação, dicção, timbre e técnica de canto. ELEMENTOS COMPARATIVOS: Afinação, extensão vocal, dicção, respiração e timbre.

David Assayag: vocalmente é imbatível. Dono de uma voz poderosa, de uma extensão vocal aprimorada, sem sobra de dúvidas, é o melhor cantor em disputar na arena há décadas. Seu nome se confunde com a própria história do festival e não precisa provar nada a ninguém. Tê-lo na arena, por si só já é uma glória absoluta. Mas, a dinâmica das apresentações o prejudica. Embora, o item em disputa atenha-se ao canto, extensão vocal, dicção e harmonia, o que “mata” o David [e daí é um dos erros da direção de arena e do Conselho de Artes do que do próprio artista] seja ficar fixo, meio que esquecido, em um único ponto da arena por toda a apresentação. Ora ao lado da marujada, ora na frente da cabine principal.

Sebastião Jr.: pode não ter a mais bela e potente voz do festival. Mas, sua melhora é visível a olhos e “ouvidos nus”. Seu lado performático e cênico fica evidente durante toda a apresentação, ficando em destaque em diversos momentos. Em outras palavras, talvez pela sua energia e interação com o espetáculo em constante andamento o ajude com o resultado de suas notas. Ratificando, que embora o item em julgamento não peça nada disso, tais atribuições acabam por conquistar os jurados recompensando-o pela diferença vocal em detrimento ao seu talento dentro do conjunto da obra apresentada, ou seja, é o seu lado Show Man: É isso!

3 – BATUCADA OU MARUJADA Coletivo DEFINIÇÃO: Sustentação rítmica, base para o espetáculo, agrupamento de percussão que fornece um referencial rítmico indispensável às toadas. MÉRITOS: Harmonia, cadência, ritmo, constância. ELEMENTOS COMPARATIVOS: Harmonia, disposição de arena, ritmo, indumentária, cadência.

Batucada: a divisão dos nipes é harmônica e conversa entre si em uma perfeita simbiose musical. Toque cadenciado, swingado, não oblíquo com a virada de cinco batidas realizada pelos surdos. Os repiques são o tempero caseiro na receita de sucesso: ritmo, cadência e tradição. Na primeira noite ficou um tanto insegura e perdida, cometendo erros que geralmente não os cometem. Recuperou-se na segunda noite e passeou na terceira, muito por conta da força de um repertório espetacular que a pôs em evidência e destaque em diversos momentos de pura emoção e interação com a galera.

Marujada: a divisão dos seus nipes é segura. Mas, talvez essa segurança seja a sua principal arma e trunfo que a leva à máxima performance durante a disputa. De toque reto, leva um andamento quase que militar, ou seja, na mesma levada, sem bossas ou viradas abusando da pressão do surdo, por isso, que a sensação de ser “tesa”. A segurança foi a principal qualidade da Marujada neste festival ao executar toques dificílimos e complexos de uma maneira irrepreensível e digna de nota 10,0. Suas apresentações foram precisas, épicas e apoteóticas.

05 – PORTA-ESTANDARTE Individual DEFINIÇÃO: Símbolo do Boi em movimento. MÉRITOS: Bailado, garra, desenvoltura, simpatia, elegância e alegria. ELEMENTOS COMPARATIVOS: Indumentária, estandarte, leveza, graça, sincronia de movimentos entre o bailado e o estandarte.

Thaissa Brasil: bonita, dança muito bem, é expressiva, demonstra garra. Tem potencial para crescer muito no item, mas, faltou um elemento de explosão. Não sei explicar ao certo o que lhe “apagou” na arena, talvez suas indumentárias com cores muito desconexas para uma guardiã do pavilhão azul e que pouco valorizavam o seu corpo [muito coberta] ou talvez o seu porte um tanto acanhado na arena. Em alguns momentos, senti que ela poderia render mais, mas, algo lhe travava. Mas, tem potencial para o sucesso precisa apenas explorar mais e lapidar.

Daniela Tapajós: deslumbrantemente bem vestida, explosiva, de dança contagiante e vibrante. Seu maior trunfo é o seu porte: suntuoso! Suas apresentações foram marcadas pela garra e pela exuberância de sua própria imagem, além, da visível cumplicidade entre a pessoa e o estandarte empunhado dando a impressão que um era a extensão do outro.

06 – AMO DO BOI Individual DEFINIÇÃO: O dono da fazenda, menestrel que tira versos dentro dos fundamentos do espetáculo. MÉRITOS: Dicção, desenvoltura, postura e expressões cênicas. ELEMENTOS COMPARATIVOS: Indumentária, voz, afinação, poder de improvisação e qualidade poética.

Edmundo Oran: em seu segundo ano ousou, surpreendeu e procurou fazer algo mais que seu rival: tocou berrante e viola remetendo-o, de fato, a figura do homem do campo, da terra que lida com boi e cuida de uma fazenda. Seus versos foram propícios, inteligentes e a contento.

Tony Medeiros: seus anos de experiência contam e pesam dentro da arena. O timbre, a postura e, principalmente, a fígura encarnam bem o personagem do item em disputa: o dono da fazenda, do boi e pai da sinhá. Seus versos são carregados de rivalidade, de deboche e de apelo encarnado, uns até podem “passar” dos limites, mas, agrada e instiga sua galera. A atuação no Auto do Boi, de forma teatral, foi o algo a mais na sua apresentação.

07 – SINHAZINHA DA FAZENDA Individual DEFINIÇÃO: Filha do dono da fazendo, no auto do boi-bumbá de Parintins. MÉRITOS: Beleza, graça, desenvoltura e alegria. ELEMENTOS COMPARATIVOS: Indumentária, movimentos, saudação ao boi e ao público, simpatia e carisma.

Djidja Cardoso: encarnou a personagem de seu item apresentando-se de forma leve, meiga e singela. A sua constante presença na arena, sua interação e cumplicidade com o tripa Piçanã (Boi Garantido) que a cortejou, que se deixou seduzir em um dueto que mais parecia um padedê, além da mortal nuance teatral no Auto do Boi fez toda a diferença. Em suma: no conjunto da obra foi melhor!

Adriane Viana: linda, deslumbrante, uma explosão de beleza ao surgir na arena. Se o item em disputa fosse apenas vestido e beleza não ganharia menos do que a nota máxima, mas, infelizmente não é. Na maioria do tempo de apresentação ficou de fora da boca de cena, suas aparições ao lado do boi foram esquecidas e pouco exploradas pelo mestre de cerimônia. Um tremendo item que foi negligenciado durante as apresentações a exemplo: a transformação de seu vestido na primeira noite.

08 – RAINHA DO FOLCLORE Individual DEFINIÇÃO: Item que representa a diversidade de valores expressados pela manifestação popular. MÉRITOS: Beleza, simpatia, desenvoltura e incorporação as suas representações. ELEMENTOS COMPARATIVOS: Beleza, graça, movimentos, simpatia e indumentária.

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Brena Dianná: belíssima, um furacão tribal quando surge nos palcos e na arena. Ouso dizer que é a mais bela de todas, mas, só isso não assegura boas notas. Dançar a mesma toada, com a mesma coreografia por dois anos consecutivos é um erro grotesco de estratégia por parte do boi. É óbvio que o jurado perceberá que a única diferença de uma noite para a outra e a indumentária, ou seja, a toada é a mesma, a coreografia é a mesma, a performace é a mesma e a nota, bem, essa nem sempre será a mesma da noite anterior. Por ser perfeitamente coreografada, passa a falsa impressão de “mecanizada”. O insucesso na arena é mais culpa do boi do que da própria Brena que é um item pouco explorado na arena e foi outro item negligenciado no contexto das apresentações.

Isabelle Nogueira: linda, cativante, explosiva: um tsunami caboclo quando surge para defender o item. Cada noite uma toada, uma coreografia, desempenho diferente. Espontânea e livre para atuar, hipnotiza quem a vê pela desenvoltura e pela beleza corporal aliada a sua graça feminina. A garra e a determinação de Isabelle são gritantes e perceptíveis: não tem tempo [e nem toada] ruim pra ela!

09 – CUNHÃ PORANGA Individual DEFINIÇÃO: Moça bonita, guerreira e guardiã, expressa a força através da beleza. MÉRITOS: Beleza, simpatia, desenvoltura e incorporação as suas representações. ELEMENTOS COMPARATIVOS: Beleza, movimentos, simpatia e indumentária.

Maria Azêdo: Belíssima, de formas esculturais e com a experiência de quem conhece o seu item e potencial imprimiu este ano força, personalidade, sensualidade e garra nas três noites. Á vontade na arena fez grandes apresentações e obteve boas notas por conta disso.

Verena Ferreira: possui um olhar profundamente penetrante, cênico e tribal, movimenta-se como uma índia guerreira na ocara de sua aldeia. Penalizada pelo atraso ao final da primeira noite foi obrigada a correr atrás do prejuízo na noite seguinte com a responsabilidade ainda maior do que ganhar no item e de sua rival: a de ganhar do tempo. Não deu! Nem uma coisa e nem outra. Ah que se diga que Verena não tem responsabilidade por isso: o boi [atraso] lhe vendeu, bonito!

10 – BOI BUMBÁ EVOLUÇÃO Individual DEFINIÇÃO: Símbolo da manifestação popular, motivo e razão de ser do Festival Folclórico de Parintins. MÉRITOS: Evolução e encenação. ELEMENTOS COMPARATIVOS: Geometria idêntica, leveza, coreografia e movimentos de um boi real.

Garantido/Piçanã: bailado bonito, gracioso, permeando em alguns movimentos o chão em distância mínima e precisa. A atuação no Auto do Boi garantiu-lhe uma leve superioridade na disputa do item, fora que fora apresentado sempre que entrava em cena pelo seu apresentador.

Caprichoso/Marquinhos: bailado forte, marcante e imponente. Com movimentos circulares que desafiam a física e a geometria. Teve o azar de ser esquecido em todas as noites em suas diversas aparições dentro e fora da arena.

12 – PAJÉ Individual DEFINIÇÃO: Curandeiro, hieforante, xamã, sacerdote, ponto de equilíbrio das tribos. MÉRITOS: Expressão corporal e facial, movimentos harmônicos, domínio de espaço cênico. ELEMENTOS COMPARATIVOS: Indumentária, originalidade, expressão, segurança, domínio de arena, encenação e coreografia.

André Nascimento: altamente inserido no contexto de suas apresentações, bem contextualizado, bem vestido, bem maquiado. Na segunda noite protagonizou o ritual de forma magistral e temporal roubando a cena para si ao evoluir naquela barca deslumbrante.

Waldir Santana: um mito, uma lenda viva, um ícone, de fato! Mas, só isso não basta! Tudo é um conjunto de fatores na busca por boas notas. Só nome e prestígio não as asseguram.

19 – GALERA Coletivo DEFINIÇÃO: Elemento de apoio do espetáculo, estímulo de apresentação, massa humana que forma uma das maiores coreografias uníssonas do mundo. MÉRITOS: Alegria, energia contagiante, sincronia, garra, evolução e empolgação. ELEMENTOS COMPARATIVOS: Animação, calor humano, participação e sincronia.

Esse item por si só merece 10,0 pelo empenho, amor e dedicação de enfrentar a fila, sol, chuva e tudo mais que separa os torcedores de ver o seu boi do coração na arena. É claro que ás vezes uma se sai melhor do que a outra e neste ano não foi diferente. A galera do Boi Caprichoso foi infinitamente superior na primeira noite, a do Garantido foi um pouco melhor na segunda noite e na terceira foram iguais.

RESUMO…

Nos itens dos blocos A e C houve um certo equilíbrio entre os dois bois, analisando as notas com descarte. Ainda neste cenário, o que fez toda a diferença para o Boi da Baixa do São josé foi possuír itens feminino tidos como “desacreditados” que foram o fiel da balança: não perdeu em NENHUM item do Bloco B. Analisando o cenário com as notas sem descartes, a conclusão é incontestável: um bom apresentador faz toda a diferença, pois o item de número 01 passa por todos os demais itens influênciando, diretamente, nas suas respectivas notas.

…RESUMINDO

Isso depende de como o item é apresentado aos jurados, ou seja, de como cada um é “vendido” durante a apresentação. Se, não o é como explicar a mísera diferença de 0,2 décimos em uma noite quase perdida [e desastrosa] para o Garantido? O cretino colunista, litaralmente, de segunda responde: eles [os rubros] possuem apresentador e não é qualquer um! Israel no bloco A [e com ele veio Sabá e Tony], Isabelle, Daniela e Djidja, no bloco B, sobraram e deram sustentação para a vitória encarnada.

seo

– Curumim alesado, de Deus: o que tu vai fazer nessa disputa da Francesa?

Propor o que os demais candidatos não poderão e tampouco terão a coragem por questões óbvias: apoios e promessas de campanha.

– Hum, entendi. Mas, que candidato, eventualmente, você seria?

Eu mesmo: Sinny Lopes!

– Não basta!

Por quê?

– Você tem dinheiro?

Não!

– Você tem estrutura?

Não!

– Tem apoio de grupos e facções internas?

Não!

– Tem apoio de lideranças?

Não!

– És conhecido pela maioria dos sócios?

Não!

– Pqp! Porque, então, tu vai se meter nessa p…?

Quero o melhor para o Boi.

– Não é o suficiente!

Para mim é!

– Off Line.

orelha

A união é, e sempre será o melhor caminho a se tomar, desde que essa união não seja propaganda enganosa como fora na eleição de 2013. Tentar reunificar as forças internas do Boi Caprichoso visando o seu fortalecimento dentro e fora da arena é salutar, necessário e plausível. Contudo, esta mesma união não pode e nem deve, sobre hipótese alguma, servir de cortina de fumaça para a não realização de profundas mudanças no Boi da Estrela. Mudanças essas, que passaram do tempo e se fazem mais do que necessárias.

O novo gestor do Boi Caprichoso tem por obrigação em concretizar a união dos azuis visando à competitividade, o fortalecimento e as vitórias, tanto quanto promover a renovação do boi ou sua gestão tente a cometer os mesmos erros de gestões anteriores: ficar de mãos atadas por ser o caminho mais fácil e menos espinhoso. Em 2007, um presidente ousou, mudou e deu muito certo!

O Boi Caprichoso precisa tanto de união quanto de renovação: uma coisa sem a outra é engano, perca de tempo… E de voto!rap

* Na última sexta-feira, 08, foi anunciada o que ao longo das últimas semanas fora especulada e comentada nos redutos azuis: a união dos pré-candidatos Babá Tupinambá e Jender Lobato em uma única chapa. #Fechados;

* A união de forças  entre Babá e Jender torna a eleição do Boi Caprichoso uma fatura quase que liquidada, pois juntou-se as amplas alianças de apoios de Tupinambá, fora seu poder de investimento e estrutura, com a serenidade e visão moderna de Lobato na área administrativa. #Fortíssimos;

* Além disso, reúne grupos antes separados nos últimos três anos na gestão Joilto Azêdo e Rossy Amôedo muito por decisões erradas e promessas não cumpridas. Babá traz consigo os grupos do ex-presidente Dodó Carvalho, do atual presis Joilto, o grupo do ex-apresentador Arlindo Jr, o grupo do Movimento Marujada e todas as facções do boi. #Alianças;

* Por sua vez, Jender traz a reboco o grupo dos ex-presis Carmona Oliveira e Márcia Baranda, este divido ao meio, ou seja, metade estará com Babá por causa de Jender e a outra não caminhará com o jovem advogado por conta do empresário parintinense encabeçar a chapa. #NãoHáConsenso;

* De fora apenas o pequeno e frágil grupo do atual vice-presis Rossy Amôedo que de franco favorito em 2013 passou a ser uma remota hipótese em 2016. Há quem cogite sua vinda com o apoio do deputado Bi Garcia, mas, o cretino não crer muito nessa hipótese, pois seria perca de tempo. A chance de Amôedo foi em 2013 quando possuía intensa densidade eleitoral e aceitação o que findou por eleger Joilto. #PerdeuOBarcoDaHistoria;

* Ainda temos a terceira via, que virou segunda: João Vinícus! Porém, o servidor público enfrentará os mesmos problemas que enfrentou Jender Lobato em 2013: é desconhecido da grande maioria dos sócios, sua estrutura é mínima, os principais apoios e os meios de comunicação da ilha estão fechados com a chapa adversária. #ÉDureza;

* Jender tinha duas opções: seguir em frente e amargar a segunda derrota consecutiva, recuar para pavimentar um caminho mais sólido, ou seja, unir para fortalecer seu nome para a disputa de 2019 já que não haverá mais reeleição. Babá precisava de um nome que unisse os grupos extremos (situação e oposição e ou “Balateiros”, como é chamada a oposição no lado azul da força) e que lhe desse suporte em suas deficiências, por isso a opção por Lobato. #FazSentido;

* Vencer Babá Tupinambá é e será muito difícil para qualquer candidato por “enes” razões, a principal delas é a estratégia quase suicida [de antecipação da campanha], mas, que parece deu certo: enquanto os candidatos “naturais” (Carmona e Rossy) esperaram acontecer o empresário fez acontecer, entrando em campo e ditando as regras do jogo. Não deu outra: gol! #Fatal;

* Sem dúvida que Babá Tupinambá ganha e muito tendo um vice como Jender Lobato, mas, mais do que ele ganha o Boi Caprichoso. O cretino colunista pode imaginar o quanto foi difícil para Lobato, não abrir mão de seu sonho e, sim, postergá-lo por mais três anos. Mas, a oportunidade de reunificar o boi é compreensível e está dentro dele participando diretamente da gestão é o caminho para a viabilidade de seu nome em 2019. #OlharSensato;

* A união é imprescindível para tornar o Caprichoso mais forte e competitivo, pois os grupos deixam de brigar por espaço e o boi segue coeso para a disputa com o Boi Garantido. Mas, não é só isso: a união sem MUDANÇA e RENOVAÇÃO nos fará darmos com os burros n’água mais uma vez. #PrestaAtenção;

* Para o cretino colunista a união de Babá e Jender o liberta de uma escolha difícil entre dois amigos e ainda o deixa ainda mais à vontade para prosseguir com sua pré-candidatura para debater ideias e propostas. #AgoraESinny; #PorUmCaprichosoForteERenovado;

* Mesmo com a “fatura” quase que liquidada o cretino colunista não abre mão de expor nossas falhas, nossas deficiências e apontar aonde precisamos melhorar e aprimorar. De propor as mudanças impopulares que assustam os demais candidatos, como por exemplo: a dispensa de Gil Gonçalves do Conselho de Artes,  a reformulação no quadro de itens; a moralização  e o fim do lobby no processo de seleção de toadas; e a dispensa do esquema vindo da Baixa do São José, leia-se Armando do Vale. #Bora?;

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nsc
Salve Nossa Senhora do Carmo, a Virgem do Carmelo. A mais bela e pura flor dos jardins celestiais do nosso Senhor.

É só por hoje…

… Por hoje!

Até a próxima…

#SouVitima!

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