Profissionais da educação lamentam morte da professora Jacilene Oliveira, vítima da Covid-19

Gilson Almeida | 24 Horas
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Parintins (AM) – Os profissionais da educação lamentam a morte da professora e gestora da Escola Estadual Senador Álvaro Maia, Jacilene Oliveira, ocorrida neste domingo, 1° novembro, no Hospital São Lucas, em Manaus, vítima da Covid-19.

A coordenadora da Secretaria Estadual de Educação (Seduc Parintins), Keyla Nogueira, deixa sua solidariedade aos familiares e amigos de Jacilene. “A educação está de luto. Nós perdemos a professora Jacilene Oliveira que estava como gestora na escola Álvaro Maia. Mais de 35 anos de contribuição na educação, um grande legado, grandes figuras passaram pelos ensinamentos da professora Jacilene. Nós como colegas sentimos muito essa perda irreparável de mais uma vítima da Covid, mais uma dolorosa partida que Parintins sente, em especial a educação”, disse Keyla Nogueira.

A professora Izabel Porto que é amiga da família destacou que Jacilene não era apenas exemplo de profissional, mas também de pessoa. “A Jacilene era uma pessoa especial. Era uma grande profissional educadora que se destacava no meio da educação”, pontuou.

O professor Marcelo Rosas que trabalhou com Jacilene na escola Álvaro Maia foi outro colega de trabalho que deixou seu pesar. “A professora Jacilene foi uma pessoa espetacular, uma pessoa meiga. Nunca tratava mal as pessoas. Ela sempre ajudava. Era uma pessoa extremamente amiga e comprometida com aquilo que ela fazia de administrar bem a escola e a gente fica muito triste com a perda dela. Só tenho a agradecer por tudo que a professora Jacilene me ensinou durante esses cinco anos praticamente trabalhando com ela, uma pessoa extremamente amiga e não esquecerei ela jamais”, falou.

No mês de maio, Jacilene sentiu a dor da perda de seu filho Maycol Oliveira, também vítima da Covid-19. Além disso, a educadora teve o esposo Raimundo Oscar Vieira Oliveira e outro filho Wendel Oliveira infectados pelo vírus. Dia 21 de outubro Wendel teve alta médica do Hospital Santa Júlia, em Manaus, após ter quase 100% do pulmão comprometido.

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