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Promotor eleitoral determina prisão de assessores de Bi Garcia por prática de boca de urna

O candidato Bi Garcia e o promotor Flávio Mota. Foto: Marcondes Maciel.

Promotor eleitoral determina prisão de assessores de Bi Garcia por prática de boca de urna

Marcondes Maciel | Repórter Parintins

O promotor eleitoral de Parintins, Flávio Mota, determinou a prisão de dois assessores do candidato Bi Garcia (PSDB) por prática de boca de urna e arregimentação de eleitor. Foram presos Fúvio Cohen e Gustavo Medeiros.  

A prisão dos assessores se deu em frente da Escola Estadual Dom Gino Malvestio, por volta das 14h:30 deste domingo. Eles foram conduzidos para o ginásio esportivo Elias Assayag. De acordo com o promotor havia aglomeração dos grupos políticos de Márcia Baranda (PMDB) e Bi Garcia em frente o educandário. “Por conta disso duas pessoas foram levadas para o ginásio e vão responder pelo TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência) de boca de urna e o que for cabível”, frisou o promotor.

No momento da confusão, o candidatado Bi Garcia, o vice Tony Medeiros (PSL) e a ex primeira-dama Michele Valadares estavam presentes no local de votação com um grupo de assessores. O candidato Bi Garcia chegou a exigir que o promotor eleitoral Flávio Mota impedisse a ação de movimentação do grupo da candidata Márcia Baranda. Bi Garcia chegou a denunciar que a candidata tinha duas bases em residência próximas da escola Dom Gino.

Foto: Marcondes Maciel
Foto: Marcondes Maciel

Segundo o promotor público Flávio Moto, a lei eleitoral impede concentração de grande número de pessoas que caracterize campanha eleitoral irregular, principalmente todos vestidos com camisas iguais, como foi o caso do candidato Bi Garcia, em que seu grupo estava com camisas amarelas.

“Promover aglomeração de candidatos, todos vestidos da mesma forma, na mesma cor, no sentido de apoiar uma campanha, isso é boca de urna, é arregimentar eleitores, não pode. Então, nossa intenção não prender ninguém, é mais orientar. Mas, temos que dispersar essa multidão”, pontuou.

Flávio Mota disse que o papel do Ministério Público Eleitoral é manter a ordem no pleito. “Estamos dispersando quem estiver promovendo, acumulando ou arregimentando eleitor. O que a gente quer é dispersar a multidão”, disse.

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