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Pronto, Falei: Juiz não atende Everaldo Batista durante reunião com vereadores no Fórum

Everaldo Batista (Pros) afastado pela justiça da função de vereador.

Saindo – Afastado por decisão da justiça da função de vereador enquanto são concluídas as investigações em torno da possível venda de gasolina da Câmara Municipal de Parintins. Everaldo Batista (Pros) esteve nesta terça-feira, 12, no fórum de justiça Raimundo Vidal Pessoa para tentar falar com o Juiz Fábio César Olintho. Os vereadores Karine Brito (PHS), Juliano Santana (PDT), Mateus Assayag (PR), Ernesto de Jesus (Pen) Nelson Campos (PRTB), Rildo Maia (PMDB) e Maildson Fonseca (PSDB) ao chegarem para uma reunião com o magistrado e o promotor Flávio Mota se surpreenderam com o presidente afastado aguardando o Juiz. Com Everaldo no local o magistrado avisou aos presentes se dirigindo a vereadora Karine Brito.

– Presidente, vou falar com vocês, mas com o vereador afastado não.

Encontro – A reunião entre os parlamentares, o juiz e o promotor foi com o objetivo de informar a atual situação da câmara e ainda trataram sobre a questão dos suplentes que pediram para assumir no legislativo. Mas tudo continua como antes.

Pedido – Everaldo Batista estava no fórum de justiça para solicitar do juiz autorização para assinar os documentos de sua gestão para não ter problemas durante apresentação de sua prestação de contas. O magistrado determinou que a vereadora Karine Brito envie os documentos ao Fórum de Justiça para que sejam assinados lá.

Cabeça – O vereador Rai Cardoso (PMDB) que foi afastado da função pela justiça enquanto é investigado no esquema da possível venda de gasolina da câmara teve, nesta terça-feira, o segundo habeas corpus negado pelo Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM). Cabeça, como é conhecido, impetrou o pedido de retornar as funções no legislativo. Ele alega que não cometeu crimes e que não existem provas no processo.

Aliados – Integrantes e até aliados do PMDB em Parintins que tem como pré-candidata Márcia Baranda se mostram conformados com o vereador longe da tribuna e dos microfones da Rádio Câmara. Um deles informou à coluna que Cabeça quer voltar e quer subir a tribuna atirando.

Não convidem – O apresentador Tadeu de Souza e o presidente do PMN Alan Gomes. Tadeu no facebook publicou a imagem do Em Tempo de uma matéria com o título: “Câmara de Parintins gastará R$ 162 mil com divulgação”. Alan, que teve sua empresa vencedora na licitação da câmara, para tratar dos contratos de publicidade e da rádio e Tv Câmara, não gostou e disparou contra o apresentador afirmando que ofereceu R$ 4 mil para TV Em Tempo, mas a direção da emissora em Parintins queria R$ 7 mil. Alan ainda usou outros termos contra o comunicador. Tadeu não respondeu nas postagens, mas nos últimos dias afirmou que todas as manifestações contra ele nas redes sociais serão respondidas na justiça.

Chamada – A presidente da Câmara Municipal de Parintins (CMP) Karine Brito (PHS) em um grupo de wathsapp chamou Alan Gomes para justificar o que estava acontecendo.

– O que está acontecendo entre você e a mídia? Questionou a parlamentar, alegando que estavam criticando a câmara.

– O que o edital pede está sendo feito. Impossível contratar todo mundo (veículos) justificou.

Karine encerra pedindo que ele converse e justifique-se com os veículos de comunicação, pois quando assumiu a presidência da câmara a licitação estava em andamento.

Carbrás X Assayag – Dialogo é o termo mais usado pelos políticos nessa época do ano. Principalmente os pré-candidatos que realmente estão dialogando para formarem suas alianças nas eleições de outubro. O prefeito Alexandre da Carbrás (PSD), por exemplo, busca contato com as lideranças de vários partidos para fechar aliança para a sua candidatura à reeleição, entre eles, o PR do deputado Alfredo Nascimento e do vereador Mateus Assayag. Carbrás menospreza uma possível candidatura do partido, mas já ouviu do próprio Assayag, pré-candidato da sigla, que não abre mão disso. Alfredo deu até liberdade para o parlamentar começar a fazer banco de imagens em Parintins para a sigla e para usar em possíveis programas eleitorais.

Investigação – O Portal 24 horas apresentou ontem a reportagem que vinha sendo apurada há um mês do caso do professor Claudomiro Batista Sales, 30, acusado de abusar da enteada durante 5 anos. Ela tinha 7 anos de idade quando começou a ser aliciada e desde os nove anos era abusada sexualmente. Entrevistas, documentos, a procura pelas partes envolvidas e o resultado foi à prisão do professor na manhã desta terça-feira. O trabalho teve a luta da família por justiça e a dedicação da Delegada Ana Denise Machado em prender o acusado. Ontem mesmo o professor foi conduzido para a Unidade Prisional de Parintins.

Demagogia – A palavra demagogia, nos dias atuais, se tornou sinônimo de enganar a população. O sentido é tão ruim que mudou até seu verdadeiro significado. Demagogia seria uma palavra originária do Grego. O “demo” que quer dizer “povo” e gogia quer dizer “conduzir”. Então, “Conduzir o povo”. Mas, a demagogia no sentido mais conhecido da palavra é o que se viu nos últimos dias em relação aos discursos sobre o Hospital Padre Colombo (HPC). Nomes de políticos que se candidatam a salvadores da pátria, nomes de políticos que são os responsáveis pelo caos. Politicagem pura. O que se quer, é manter o Hospital Padre Colombo funcionando. O fato é que o estado deve com urgência cumprir a constituição federal que em seu artigo 195 diz:

– A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.

Bem comum – Numa hora dessas não se deveria ter oposição ou situação para discutirem de quem é a culpa do hospital estar nas condições atuais, ou quem vai se beneficiar com isso. Numa horas dessas a classe política deveria se unir em prol ao bem comum, mas infelizmente não é isso que se vê. O que querem é promoção pessoal em cima dos problemas da comunidade. A própria comunidade em vez de pedir pela saúde vai exaltar político. Que os discursos sejam de menos e as ações demais, pois se o governo tem culpa, ou não, isso pode ficar para depois. O que importa é que o hospital só continuará funcionando se os recursos forem liberados. Então a pressão deve continuar para que o convênio seja resgatado, a politicagem fique de lado e todos tenham direito a saúde de qualidade com o estado cumprindo com seu dever.

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