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Rayssa Leal, de 13 anos, se torna a atleta mais jovem medalhista olímpica do Brasil

Foto: REUTERS/Toby Melville.

Gilson Almeida | 24 Horas
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Rayssa Leal, de 13 anos, seis meses e 21 dias, se tornou a mais jovem medalhista olímpica do Brasil, entre homens e mulheres de todas as modalidades, ao ganhar a prata na madrugada desta segunda-feira (26) no skate street nas Olimpíadas de Tóquio 2020. O ouro e o bronze ficaram com as atletas do Japão. Anteriormente o recorde pertencia a Rosângela Santos, do 4x100m do atletismo, que foi bronze aos 17 anos em 2008.

Foto: REUTERS/Lucy Nicholson.

“Eu estou muito feliz porque eu pude representar todas as meninas, a Pâmela e a Letícia que infelizmente não conseguiram se classificar para a final e todas as meninas do Brasil, a Iza, a Virgínia, todas as meninas do skate e ganhar uma medalha é muito gratificante pra mim e de realizar o meu sonho e o sonho dos meus pais”, disse a skatista emocionada.

A Fadinha, como ficou conhecida por andar de skate fantasiada, entra também para a história das olimpíadas ao ser uma das mais jovens a ir para o pódio. O mais jovem medalhista olímpico registrado é Dimitrios Loundras, que aos 10 anos e 218 dias foi bronze na ginástica por equipes na primeira edição do evento, em 1896. A mulher mais jovem a ganhar uma medalha em uma olimpíada é a italiana Luigina Giavotti, que com 11 anos e 301 dias de idade foi prata por equipes na olimpíada de 1928, em Amsterdã, na Holanda.

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