-Publi-A-

Sabá Reis cobra explicação sobre muro de arrimo milionário na casa de Amazonino Mendes

Em pronunciamento no plenário da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam),  terça-feira (20), o deputado Sabá Reis informou que está apresentando à Mesa Diretora da Casa vários requerimentos, entre os quais, um direcionado ao Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Amazonas (Crea-AM) a respeito do muro de arrimo que está sendo construído nos fundos do terreno da casa onde mora o governador Amazonino Mendes.

Outro encaminhamento feito por Sabá Reis é dirigido à Comissão Geral de Licitação do Poder executivo (CGL) pedindo informações sobre os contratos da empresa MCW, a mesma que esta fazendo a obra nas margens do lago Tarumã. “Os trabalhadores que estão construindo o muro usam farda dessa empresa”, informou.

Outro requerimento apresentado pelo deputado é direcionado a empresa Rico Táxi Aéreo, pedindo informações sobre a utilização de um jatinho da empresa pelo governador Amazonino Mendes e servidores do governo do Estado no período de 1º a 20 de fevereiro de 2018. O deputado está solicitando cópia integral do processo licitatório e contrato com o Governo do Amazonas da locação de uma aeronave para o exterior na primeira quinzena de fevereiro de 2018; nome dos passageiros e seus respectivos cargos; países de destino; bem como o valor cobrado pela empresa para realização das viagens ao exterior.

Segundo Sabá Reis, essa demanda decorre da responsabilidade pública que o cargo lhe propicia para com os gastos públicos. O deputado disse que ao assumir o governo, o governador tomou uma série de providências, entre as quais a suspensão de obras. “Agora surge essa obra nos fundos de sua casa realizada por uma empresa que recebeu dos cofres do governo, em 2017, um total de R$ 20,1 milhões, sendo R$ 9,6 milhões após a posse de Amazonino, em outubro do ano passado”, sintetizou.

Merenda

Outro tema tratado por Sabá Reis diz respeito à falta de merenda escolar para atender a demanda das escolas de tempo integral neste início de ano letivo. “Os diretores estão sendo obrigados a liberar os alunos no fim do turno da manhã por falta da merenda escolar”, revelou.

você pode gostar também