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‘Se ficar dez dias, o governo terá a minha cara’, diz David Almeida

Em discurso, novo governador em exercício diz que momento é de união e que fará mudanças no secretariado

Antes de assinar o termo de posse como governador do Estado em exercício, o deputado estadual David Almeida afirmou, em discurso no plenário da Assembleia Legislativa, que se ficar dez dias à frente do governo, ele terá “a marca e cara de David Almeida”. Ele assinou o termo de posse pouco depois das 10h, assumindo efetivamente o posto de governador em exercício.

Citando a crise política e econômica que o País vive no momento, David afirmou que o momento é de união e que, por isso, vai procurar todas as ajudas necessárias para “dar uma resposta rápida à população”. Nesse sentido, ele afirmou que irá fazer mudanças no secretariado, mas ainda não listou quais serão.

“Vamos fazer mudanças que já estão em curso, e após a posse irei à sede do Governo para fazer as tratativas dessas mudanças que já tenho em mente para serem implementadas”, afirmou ele, pedindo apoio dos deputados e dos órgãos de controle para fazer um bom governo.

Ele ainda usou uma passagem bíblica para citar a missão que recebeu de governar o Estado. “Quando Deus chama, Deus capacita. O que ele fez com Moisés, ele vai fazer com o Davidzinho lá do Morro”, disse ele.

“Algo que não planejamos”

No início de seu discurso, David Almeida afirmou que estava diante de uma grande responsabilidade, mas que aconteceu contra a vontade dele. “Foi algo que não planejamos, algo que não queríamos – nós, deputados da base aliada”, pontuou, afirmando que não estava feliz com o momento e agradecendo José Melo. “Eu queria aqui dizer que estou feliz? Não posso. Eu trabalhei para ajudar o governador José Melo. A ele, minha gratidão por ter me feito líder por dois anos e ter chegado à presidência da ALE com sua ajuda”.

David Almeida afirmou, ainda, que nesta segunda-feira, antes mesmo de assumir o Governo do Estado, que fez reuniões para discutir situações da área de infraestrutura e segurança. “Queremos marcar o novo tempo de políticas públicas rápidas e que possam beneficiar a população”, afirmou ele, ressaltando que não tem compromisso com o erro. “Eu não posso errar”.

Do Acritica

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