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Socorro às vítimas de acidente termina com agressão de agentes de trânsito

Da Redação | 24 Horas

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Nesta segunda-feira (14), dois agentes da Empresa Municipal de Trânsito e Transportes (EMTT) prestaram depoimento na Delegacia de Polícia Civil para abrir investigação sobre a agressão física praticada por um condutor de uma moto Broz, cor laranja, com visíveis sintomas de embriaguez alcoólica. Os servidores públicos foram intimidados e coagidos por um grupo na Rua Armando Prado na noite de domingo (13).

A ocorrência começou quando os agentes da EMTT viram um acidente de trânsito e pararam para socorrer as vítimas envolvidas, mas acabaram sendo mal interpretados. O condutor da motocicleta estava com duas mulheres na carona e havia caído em via pública. Uma testemunha afirma que todos os três encontravam-se com visíveis sintomas de embriaguez alcoólica e não utilizavam capacete.

A confusão iniciou quando um dos agentes da EMTT retirou a motocicleta de cima de uma das mulheres e, ao perceber o motorista com sintomas de embriaguez alcoólica, também retirou a chave do veículo. O funcionário público pediu aos três para sentarem na calçada e esperarem a chegava de uma viatura para os procedimentos legais. Foi nesse momento que o condutor se levantou e partiu para a agressão contra um agente.

Uma das testemunhas conta ainda que os três envolvidos no acidente de trânsito chamaram amigos para cercar, intimidar e ameaçar os agentes da EMTT, caso não fosse devolvida a chave da moto. “O rapaz da moto laranja passou por nossos agentes, mostrou dedo, fez zigue-zague. Mais adiante, ele caiu e os agentes pararam para socorrer. O motorista deu um soco na cara do nosso agente”, explica o diretor da EMTT, Diego Mascarenhas.

De acordo com o diretor-presidente da Empresa Municipal de Trânsito e Transportes, a agressão física feita pelo condutor da motocicleta fez o agente se defender. “Aí eles começaram a lutar. Acionamos a polícia. O rapaz está preso. Os agentes de trânsito envolvidos nesse episódio foram à delegacia representar contra o agressor para que seja aberto um inquérito e apurar as circunstâncias de tudo”, diz Diego Mascarenhas.

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