Telo Pinto intermedia doação de livros à biblioteca e reúne com Amazonas Energia

O jornalista, sociólogo, escritor e Doutor em Sociedade e Cultura, Wilson Nogueira, doou mais de mil livros, dos mais variados gêneros, para a Biblioteca Municipal Tonzinho Saunier. O presidente da Câmara Municipal de Parintins, vereador Telo Pinto (PSDB), foi o intermediador da doação.

“Ele doou 1461 livros. Na realidade, 1600 unidades, com alguns exemplares em repetição. Segundo as funcionárias da biblioteca, têm livros raríssimos, os quais, há anos, várias pessoas iam até a biblioteca atrás desses livros e não eram disponíveis”, informou Telo.

O vereador visitou a biblioteca para acompanhar a catalogação dos livros. Depois de catalogados e divididos por gêneros, serão disponibilizados à comunidade.

“Assim que estiver disponível, terei o prazer de trazer o nosso querido Wilson Nogueira a Parintins para o ato de doação e engrandecer, cada vez mais, este bom parintinense, que nos dá muito orgulho. Eu quero enaltecer, acima de tudo, o comprometimento com a poética, com o estudo e com o jornalismo que o Wilson Nogueira tem”, reconheceu.

Sobre a biblioteca, Telo comentou sobre a grande visitação ao local. “Atende alunos, tanto de Ensino Médio, quanto das universidades. É um local aonde as pessoas vão à busca do conhecimento e lá existem computadores disponíveis para fazer pesquisa”, afirmou.

A quantidade de computadores é insuficiente para a grande demanda. Por este motivo, o vereador apresentou Requerimento para solicitar à Prefeitura Municipal a aquisição de 10 computadores para Biblioteca.

Amazonas Energia

Telo reuniu na Sala da Presidência com a gerência local da Amazonas Energia ouvir esclarecimentos sobre questionamentos apresentados na Tribuna da Casa Legislativa. Foi justificada a dificuldade, principalmente de manutenção das redes.

“Quando foi instalado o ‘Luz Para Todos’, teriam que ser suprimidas várias árvores onde iria passar a rede e o Ipaam (Instituto de Proteção Ambiental do Estado do Amazonas) não autorizou a retirada das árvores. A Amazonas Energia não tem problema de geração de energia. O que acontece? Dá uma chuva, temporal ou ventania, as árvores caem nas redes e corta o sinal. Como o acesso é complicado, o prejuízo é de um, dois, até mesmo, muitas vezes, uma semana sem energia”, explicou.

Outra questão exposta foi referente à existência de ligações clandestinas na rede de distribuição de energia na zona rural, principalmente na área indígena do povo Sateré-Mawé, no rio Uaicurapá. Os ‘gatos’ superlotam o transformador, que “acaba estourando” e precisa efetuar a troca.

Compartilhadas as justificativas, Telo agradeceu a diretoria da Amazonas Energia, na pessoa de Francy Rodrigues, pelos esclarecimentos.

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